Consultora da First Gate aponta um trecho do documento traduzido enquanto o estudante confere a versão em inglês, com as pastas EN e PT sobre a mesa
TRADUÇÃO FIRST GATE

Seus documentos falam português. Seu visto, não.

Cada destino aceita a tradução de um jeito. A gente confere a regra do seu caso na fonte oficial, encaminha para o tradutor certificado certo e entrega no formato que o órgão aceita.

Desde 2013 Transformando intercâmbios em experiências reais
6 destinos Cada um com regra própria de tradução, mapeada aqui
5 cidades Escritórios próprios no Brasil e na Austrália
Ago/2026 Regras verificadas nas fontes oficiais de cada governo
First Gate Since 2013, turning international plans into real experiences. NAATI Certified Translator, certificação australiana de tradutores

Por que tradução de intercâmbio tem regra própria

Governo, consulado e escola não aceitam qualquer tradução. Cada destino define quem pode traduzir, como a tradução é certificada e o que precisa acompanhar o documento. Errar o formato devolve o processo para o fim da fila, e às vezes na semana em que o prazo do visto aperta.

É por isso que tradução de intercâmbio não se resolve com aplicativo nem com amigo fluente. No Canadá e na Nova Zelândia, a regra chega a proibir tradução feita pela própria pessoa ou pela família, por mais fluente que seja.

O nosso trabalho é conferir a exigência do seu caso na fonte oficial, encaminhar os documentos ao tradutor certificado certo e revisar o pacote inteiro antes de você enviar. Desde 2013, com escritórios no Brasil e na Austrália.

A JORNADA COMPLETA

Do primeiro scan ao documento aceito

Dez etapas, três momentos. Em cada um, o que a regra pede e o que a gente resolve junto.

Momento 1

Antes de traduzir

Tradução boa começa antes do tradutor: na lista certa de documentos e na regra certa do destino.

  1. Os documentos do seu processo

    Visto, matrícula e chegada pedem papéis diferentes: certidões, diploma e histórico, extratos, antecedentes, CNH. Nem tudo precisa de tradução, e traduzir o que não precisa é dinheiro jogado fora.

    Com a First Gate Levantamos com você a lista real do seu processo, documento por documento, antes de qualquer orçamento.

  2. A regra do seu destino

    Cada país define quem pode traduzir e como se certifica. O que a Austrália aceita não é o que o Canadá pede, e o modelo americano não existe na Irlanda.

    Com a First Gate Conferimos a exigência do seu destino na fonte oficial e definimos o tipo certo de certificação para cada documento.

  3. Apostila e legalização

    Parte dos documentos públicos precisa de Apostila da Haia além da tradução, e a ordem das etapas importa: apostilar na hora errada pode significar refazer tudo.

    Com a First Gate Mapeamos o que apostilar, onde e em que ordem, para nenhuma etapa ser paga duas vezes.

O mapa da certificação, destino por destino

Escolha o seu. É o que a regra de cada país exige de um documento traduzido, verificado nas fontes oficiais em agosto de 2026.

Escolha o destino para ver a regra de tradução
A regra oficial Tradução feita na Austrália precisa ser de tradutor certificado NAATI. É a regra do Department of Home Affairs para documentos de visto.
Traduzindo fora da Austrália Vale tradução feita fora, desde que o tradutor informe nome completo, endereço, telefone, qualificações e experiência no idioma.
O documento inteiro Carimbos, selos e assinaturas também são traduzidos. Tradução parcial é motivo clássico de recusa.
A CNH Para dirigir com a carteira brasileira, os estados aceitam em geral a tradução NAATI da CNH ou a PID do Detran. O guia da habilitação tem a regra de cada estado.
O carimbo do tradutor A tradução certificada traz nome, número de credencial, assinatura, data e a declaração de que ela é fiel ao original.
Guia completo da Austrália Vistos, cidades, custo de vida e o que esperar do intercâmbio por lá.

É o destino com o sistema de certificação mais claro dos seis: a NAATI mantém registro público de todos os tradutores certificados.

A regra oficial O IRCC pede tradução para o inglês ou o francês feita por tradutor certificado, membro em boa situação de organização provincial, como a ATIO em Ontário ou a OTTIAQ no Quebec.
Sem tradutor certificado Se quem traduziu não é certificado no Canadá, a tradução precisa vir com declaração juramentada, o affidavit, feita diante de notário.
Quem não pode traduzir Você, sua família e seus representantes. O IRCC recusa tradução de parte interessada, mesmo fluente.
Na prática Tradução juramentada feita no Brasil costuma entrar acompanhada da declaração exigida. A gente confere o formato antes do envio.
Inglês ou francês As duas línguas oficiais servem. No Quebec, o francês costuma ser o caminho natural para escola e imigração provincial.
Guia completo do Canadá Visto, cidades, custo e o que muda entre as províncias.

Regra federal, aplicação por província: o formato final depende de onde e para que o documento vai ser usado.

A regra oficial O modelo americano não tem tradutor juramentado: a regra federal 8 CFR 103.2(b)(3) pede tradução completa para o inglês com certificação escrita do tradutor.
O que é a certificação Uma declaração assinada, com nome e contato do tradutor, atestando que a tradução é completa e exata e que ele é competente no par de idiomas.
A ATA A American Translators Association é a referência do mercado americano. A certificação dela é voluntária, mas dá peso ao documento.
O detalhe que pega Tradução parcial ou resumida é recusada. Cada página em português entra com a tradução correspondente.
Quem pode assinar Não existe lista oficial de tradutores nos EUA: quem responde é quem assina a declaração. Por isso o formato dela é o que decide.
Guia completo dos Estados Unidos F-1, I-20, SEVIS e o que muda entre universidade e community college.

Parece o destino mais simples, e é onde mais se erra: sem juramentação estatal, o formato da declaração é o que decide.

A regra oficial A imigração irlandesa pede tradução completa e certificada para o inglês ou o irlandês, enviada junto com o documento original.
O formato exigido A tradução vem com declaração de fidelidade, assinada e datada, com nome, ocupação, endereço e telefone do tradutor ou da agência.
Quem certifica A Irlanda não tem juramentação estatal. A ATII, associação profissional de tradutores do país, mantém o registro de tradutores certificados.
Na prática No visto de estudo, cada documento em português entra com a confirmação do tradutor de que a tradução é fiel ao original.
O original junto A imigração pede o documento original junto da tradução certificada, não só a versão em inglês.
Guia completo da Irlanda Dublin, custo de vida, trabalho e o que esperar da ilha.

Sem lista fechada de tradutores aprovados, o que vale é o formato da certificação. É exatamente aí que a gente confere.

A regra oficial A Immigration New Zealand pede tradução certificada, feita por quem domina as duas línguas e é competente em tradução, como serviços reconhecidos e tradutores de associações como a NZSTI.
Quem não pode Família e o consultor de imigração que assina o processo não podem traduzir os documentos do caso.
A mudança recente Desde 17 de junho de 2024, até os documentos de visto de visitante precisam estar em inglês.
Na prática Residência pede tradução certificada de tudo; vistos temporários, ao menos de atestados médicos e de antecedentes.
O que a declaração diz Que a tradução é correta e foi feita por quem domina as duas línguas e é competente em tradução.
Guia completo da Nova Zelândia Ilhas, cidades, custo de vida e as regras de trabalho do visto.

A regra mudou em 2024 e pegou muita gente com documento em português na mão. O padrão novo já é o nosso padrão de entrega.

A regra oficial Os documentos entram em inglês ou acompanhados de tradução certificada, tanto no visto nacional de estudante quanto na residência solicitada na Identità.
Apostila junto Documentos públicos estrangeiros, como certidões e antecedentes, também precisam de apostila ou legalização.
Na prática O pacote de Malta costuma combinar tradução certificada e Apostila da Haia, e a ordem das etapas define se algo precisa ser refeito.
As duas etapas A mesma tradução serve para o visto nacional, pedido antes de viajar, e para a residência, pedida depois da chegada.
Na chegada A tradução entra no pedido de residência feito no portal da Identità, dentro do prazo contado da entrada.
Guia completo de Malta Ilha, escolas, custo de vida e como é viver entre a Europa e o Mediterrâneo.

O visto D é pedido antes de viajar e a residência depois da chegada: a mesma tradução serve para as duas etapas se for feita certa.

Quem define a regra é o governo de cada destino, e ela muda. As desta página foram verificadas nas fontes oficiais em agosto de 2026, e a do seu caso é conferida de novo na hora do orçamento.

Momento 2

Da entrega dos arquivos à certificação

É a parte invisível do serviço: o que acontece entre o seu scan e o documento pronto para enviar.

  1. O envio dos arquivos

    Tudo começa com um scan legível: frente e verso, carimbos visíveis, nada cortado. Documento ilegível vira retrabalho e prazo perdido.

    Com a First Gate Conferimos os arquivos na entrada e devolvemos na hora o que precisar de novo scan.

  2. O tradutor certo

    Juramentado no Brasil, certificado NAATI, membro de organização canadense: o profissional certo depende do destino e do uso do documento.

    Com a First Gate Encaminhamos ao profissional certificado do seu caso, do par de idiomas ao formato da certificação.

  3. A conferência final

    Nomes, datas, números de documento e valores precisam bater com o original. Um dígito errado num extrato pode travar uma análise de visto.

    Com a First Gate Revisamos o pacote antes da entrega, página por página, contra os originais.

  4. Prazos combinados

    Tradução certificada tem prazo de profissional, não de máquina. Urgência existe, mas custa mais e nem sempre está disponível.

    Com a First Gate Prazo combinado antes do início, com margem para o seu calendário de visto ou matrícula.

Momento 3

Depois da entrega

Documento traduzido serve mais de uma vez. O nosso acompanhamento também.

  1. Cada tradução no lugar

    A do visto vai no processo, a da escola na matrícula, a da chegada na pasta do embarque. Papel certo na hora errada não ajuda ninguém.

    Com a First Gate Entregamos organizado por uso, com orientação de onde cada documento entra no seu processo.

  2. Os arquivos guardados

    Tradução certificada serve de novo: renovação de visto, novo curso, imigração. Perder o PDF é pagar duas vezes pelo mesmo trabalho.

    Com a First Gate Você recebe o pacote digital completo, e a gente mantém o histórico do seu caso para o que vier depois.

  3. A vida lá fora

    Dirigir com a CNH, validar um diploma, renovar o visto. A vida no destino pede documentos novos, e documento novo às vezes pede tradução nova.

    Com a First Gate Seguimos por perto durante o intercâmbio inteiro para as traduções que aparecerem no caminho.

A DIFERENÇA NA PRÁTICA

O mesmo documento, duas histórias

Traduzir qualquer um traduz. Ser aceito de primeira, no formato que o órgão exige, é outra conversa.

Comparação entre organizar o intercâmbio por conta própria e com o acompanhamento da First Gate
AssuntoPor conta própriaCom a First Gate
Quem traduz Procurar alguém que sabe inglês e descobrir na recusa que a regra pedia tradutor certificado. O profissional certo pela regra do destino: juramentado, NAATI ou certificado, conforme o caso.
O formato da certificação Tradução sem a declaração, o carimbo ou os dados que o órgão exige, devolvida para refazer. O pacote sai com a certificação exata que o seu destino pede, conferida antes do envio.
O documento inteiro Traduzir só a parte que parece importante e ter o documento recusado por estar incompleto. Documento traduzido por inteiro, com carimbos, selos e assinaturas, como a regra manda.
A ordem das etapas Apostilar na hora errada e pagar duas vezes pela mesma tradução. Apostila, tradução e envio na sequência certa para o seu caso, definida antes de começar.
O prazo Descobrir a exigência na véspera do envio e depender de urgência cara, se houver. Lista de documentos e prazos mapeados junto com o planejamento do visto.
Depois da entrega O PDF sumido no e-mail quando a renovação do visto pede o documento de novo. Pacote digital organizado por uso e histórico guardado para as próximas etapas.
QUEM ESTÁ DO OUTRO LADO

Quem encaminha é quem acompanha

Equipe própria no Brasil e na Austrália, em Porto Alegre, São Paulo, Sydney, Melbourne e Gold Coast. A pessoa que confere a regra do seu caso é a mesma que acompanha o documento até a aceitação. Nos demais destinos, esse time atua com o apoio da nossa rede de escolas e parceiros locais.

Transparência também se traduz

Quem traduz e certifica é sempre um profissional qualificado: tradutor público no Brasil, certificado NAATI na Austrália, membro das organizações reconhecidas em cada destino. Valores e prazos da tradução são desses profissionais, e a decisão final sobre qualquer documento é do órgão que o recebe.

O que está ao nosso alcance é conferir a regra na fonte oficial, encaminhar para o profissional certo, revisar o pacote com você e entregar no formato aceito. É trabalho de precisão, e é exatamente por isso que ele existe.

O que fazemos

Mapeamos os documentos do seu processo, conferimos a regra do destino, encaminhamos ao tradutor certificado e revisamos o pacote antes do envio.

O que depende de terceiros

A tradução em si, os valores e os prazos são dos profissionais certificados; a aceitação final é do governo, do consulado ou da escola que recebe o documento.

O que esperamos de você

Documentos verdadeiros, scans legíveis e antecedência: tradução certificada boa é a que não é feita na véspera do prazo.

Um método só, seis destinos

A regra muda de país para país; o jeito de cuidar é o mesmo: o documento certo, certificado do jeito certo, na mão antes do prazo.

As regras de tradução são dos governos de cada destino e podem mudar; as desta página foram verificadas em agosto de 2026.

Faz sentido para você se

O serviço é mais útil para quem tem documento em português no meio do caminho entre o plano e o embarque.

O que as pessoas perguntam antes de traduzir

O que é uma tradução certificada?

É a tradução acompanhada de uma declaração formal de quem traduziu, atestando que ela é completa e fiel ao original. Quem pode assinar essa declaração muda de país para país: tradutor juramentado no Brasil, certificado NAATI na Austrália, membro de organização provincial no Canadá, e assim por diante.

Tradução juramentada e tradução certificada são a mesma coisa?

Não exatamente. Juramentada é a figura brasileira: feita por Tradutor Público matriculado em Junta Comercial, com fé pública, nos termos da Lei 14.195/2021. Certificada é o termo geral usado lá fora, e cada destino define o próprio modelo. Em muitos processos, a juramentada brasileira atende, desde que no formato certo.

Posso eu mesmo traduzir meus documentos?

Não. O Canadá proíbe tradução feita pelo requerente ou por familiares, a Nova Zelândia também veta família e o consultor do processo, e os demais destinos exigem certificação de tradutor qualificado. Tradução própria, de amigo fluente ou de aplicativo é recusada.

Tradução do Google Tradutor vale para visto?

Não vale. Nenhum dos seis destinos aceita tradução automática, porque falta a certificação: a declaração formal de um tradutor qualificado atestando fidelidade ao original. O profissional pode até usar tecnologia no processo, mas quem responde pelo conteúdo, assina e certifica é ele.

Quais documentos costumam precisar de tradução?

Depende do processo. Os mais comuns são certidões de nascimento e casamento, diploma e histórico escolar, antecedentes criminais, extratos e comprovações financeiras e a CNH. A lista real vem do seu visto, da sua escola e do seu destino, e é ela que a gente confere primeiro.

O que a Austrália exige de uma tradução?

Feita na Austrália, precisa ser de tradutor certificado NAATI. Feita fora, o Department of Home Affairs exige que a tradução traga nome completo, endereço, telefone, qualificações e experiência do tradutor no idioma. Em qualquer caso, o documento vai por inteiro, com carimbos e selos. Verificado em agosto de 2026.

O que o Canadá exige de uma tradução?

O IRCC pede tradução para o inglês ou o francês feita por tradutor certificado, membro em boa situação de uma organização provincial ou territorial, como a ATIO ou a OTTIAQ. Sem tradutor certificado, a tradução precisa de declaração juramentada diante de notário. Requerente e familiares não podem traduzir.

Os Estados Unidos exigem tradutor juramentado?

Não. A regra federal, 8 CFR 103.2(b)(3), pede tradução completa para o inglês acompanhada da certificação escrita do tradutor, atestando que a tradução é exata e que ele é competente no par de idiomas. A certificação da ATA é respeitada no mercado, mas é voluntária, não obrigatória.

O que a Irlanda exige de uma tradução?

Tradução completa e certificada para o inglês ou o irlandês, enviada com o documento original. A declaração do tradutor vem assinada e datada, com nome, ocupação, endereço e telefone. A Irlanda não tem juramentação estatal; a ATII é a associação profissional de referência do país.

E a Nova Zelândia?

A Immigration New Zealand aceita tradução certificada feita por quem domina as duas línguas e é competente em tradução, como serviços reconhecidos e tradutores de associações como a NZSTI. Família e o consultor do processo não podem traduzir. Desde junho de 2024, até visto de visitante exige documentos em inglês.

E Malta?

Os documentos entram em inglês ou acompanhados de tradução certificada, tanto no visto nacional de estudante quanto na residência solicitada na Identità depois da chegada. Documentos públicos, como certidões e antecedentes, também precisam de apostila ou legalização. Verificado em agosto de 2026.

O que é a Apostila da Haia e quando ela entra?

É a legalização internacional de documentos públicos entre os países da Convenção da Haia, feita no Brasil em cartórios autorizados, conforme o Decreto 8.660/2016. Ela autentica o documento, não substitui a tradução. A ordem das duas etapas varia por caso, e definir errado significa refazer.

Posso dirigir no destino com a CNH brasileira?

Em geral sim, por um período, com a CNH acompanhada do que o país pede. Na Austrália, os estados aceitam a tradução da CNH feita por tradutor certificado NAATI ou a Permissão Internacional para Dirigir do Detran. A regra é local e muda por estado, então confirmamos a do seu destino antes.

Quanto tempo leva uma tradução certificada?

Depende do volume, do par de idiomas e da agenda do profissional: de poucos dias úteis para documentos simples a mais tempo para pacotes grandes. Urgência costuma existir, com custo maior. A melhor proteção contra prazo apertado é começar junto com o planejamento do visto.

A tradução tem validade?

A tradução acompanha o documento e não expira sozinha. O que expira é a exigência do órgão sobre o original: antecedentes criminais e extratos, por exemplo, costumam precisar de emissão recente. Se o original for reemitido, a tradução é refeita junto. Os arquivos certificados valem para usos futuros.

Vocês fazem a tradução ou encaminham?

Encaminhamos e acompanhamos. Quem traduz e certifica é sempre um profissional qualificado do par de idiomas e do formato que o seu destino exige. O nosso trabalho é conferir a regra, escolher o profissional certo, revisar o pacote com você e entregar no formato aceito.

Etapa 1 de 2

Conte o que você precisa traduzir

Leva menos de um minuto. O orçamento é preparado por gente de verdade, sem custo e sem compromisso.

  • Conferimos a lista real de documentos do seu processo
  • Verificamos a regra do seu destino na fonte oficial
  • Encaminhamos ao tradutor certificado do seu caso
  • Orientamos apostila e a ordem certa das etapas
  • Revisamos nomes, datas e números antes da entrega
  • Entregamos no formato que o órgão aceita

Usaremos seus dados apenas para preparar seu orçamento e responder sobre os serviços da First Gate.

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