
Cada destino aceita a tradução de um jeito. A gente confere a regra do seu caso na fonte oficial, encaminha para o tradutor certificado certo e entrega no formato que o órgão aceita.
Governo, consulado e escola não aceitam qualquer tradução. Cada destino define quem pode traduzir, como a tradução é certificada e o que precisa acompanhar o documento. Errar o formato devolve o processo para o fim da fila, e às vezes na semana em que o prazo do visto aperta.
É por isso que tradução de intercâmbio não se resolve com aplicativo nem com amigo fluente. No Canadá e na Nova Zelândia, a regra chega a proibir tradução feita pela própria pessoa ou pela família, por mais fluente que seja.
O nosso trabalho é conferir a exigência do seu caso na fonte oficial, encaminhar os documentos ao tradutor certificado certo e revisar o pacote inteiro antes de você enviar. Desde 2013, com escritórios no Brasil e na Austrália.
Dez etapas, três momentos. Em cada um, o que a regra pede e o que a gente resolve junto.
Tradução boa começa antes do tradutor: na lista certa de documentos e na regra certa do destino.
Visto, matrícula e chegada pedem papéis diferentes: certidões, diploma e histórico, extratos, antecedentes, CNH. Nem tudo precisa de tradução, e traduzir o que não precisa é dinheiro jogado fora.
Com a First Gate Levantamos com você a lista real do seu processo, documento por documento, antes de qualquer orçamento.
Cada país define quem pode traduzir e como se certifica. O que a Austrália aceita não é o que o Canadá pede, e o modelo americano não existe na Irlanda.
Com a First Gate Conferimos a exigência do seu destino na fonte oficial e definimos o tipo certo de certificação para cada documento.
Parte dos documentos públicos precisa de Apostila da Haia além da tradução, e a ordem das etapas importa: apostilar na hora errada pode significar refazer tudo.
Com a First Gate Mapeamos o que apostilar, onde e em que ordem, para nenhuma etapa ser paga duas vezes.
Escolha o seu. É o que a regra de cada país exige de um documento traduzido, verificado nas fontes oficiais em agosto de 2026.
Quem define a regra é o governo de cada destino, e ela muda. As desta página foram verificadas nas fontes oficiais em agosto de 2026, e a do seu caso é conferida de novo na hora do orçamento.
É a parte invisível do serviço: o que acontece entre o seu scan e o documento pronto para enviar.
Tudo começa com um scan legível: frente e verso, carimbos visíveis, nada cortado. Documento ilegível vira retrabalho e prazo perdido.
Com a First Gate Conferimos os arquivos na entrada e devolvemos na hora o que precisar de novo scan.
Juramentado no Brasil, certificado NAATI, membro de organização canadense: o profissional certo depende do destino e do uso do documento.
Com a First Gate Encaminhamos ao profissional certificado do seu caso, do par de idiomas ao formato da certificação.
Nomes, datas, números de documento e valores precisam bater com o original. Um dígito errado num extrato pode travar uma análise de visto.
Com a First Gate Revisamos o pacote antes da entrega, página por página, contra os originais.
Tradução certificada tem prazo de profissional, não de máquina. Urgência existe, mas custa mais e nem sempre está disponível.
Com a First Gate Prazo combinado antes do início, com margem para o seu calendário de visto ou matrícula.
Documento traduzido serve mais de uma vez. O nosso acompanhamento também.
A do visto vai no processo, a da escola na matrícula, a da chegada na pasta do embarque. Papel certo na hora errada não ajuda ninguém.
Com a First Gate Entregamos organizado por uso, com orientação de onde cada documento entra no seu processo.
Tradução certificada serve de novo: renovação de visto, novo curso, imigração. Perder o PDF é pagar duas vezes pelo mesmo trabalho.
Com a First Gate Você recebe o pacote digital completo, e a gente mantém o histórico do seu caso para o que vier depois.
Dirigir com a CNH, validar um diploma, renovar o visto. A vida no destino pede documentos novos, e documento novo às vezes pede tradução nova.
Com a First Gate Seguimos por perto durante o intercâmbio inteiro para as traduções que aparecerem no caminho.
Traduzir qualquer um traduz. Ser aceito de primeira, no formato que o órgão exige, é outra conversa.
| Assunto | Por conta própria | Com a First Gate |
|---|---|---|
| Quem traduz | Procurar alguém que sabe inglês e descobrir na recusa que a regra pedia tradutor certificado. | O profissional certo pela regra do destino: juramentado, NAATI ou certificado, conforme o caso. |
| O formato da certificação | Tradução sem a declaração, o carimbo ou os dados que o órgão exige, devolvida para refazer. | O pacote sai com a certificação exata que o seu destino pede, conferida antes do envio. |
| O documento inteiro | Traduzir só a parte que parece importante e ter o documento recusado por estar incompleto. | Documento traduzido por inteiro, com carimbos, selos e assinaturas, como a regra manda. |
| A ordem das etapas | Apostilar na hora errada e pagar duas vezes pela mesma tradução. | Apostila, tradução e envio na sequência certa para o seu caso, definida antes de começar. |
| O prazo | Descobrir a exigência na véspera do envio e depender de urgência cara, se houver. | Lista de documentos e prazos mapeados junto com o planejamento do visto. |
| Depois da entrega | O PDF sumido no e-mail quando a renovação do visto pede o documento de novo. | Pacote digital organizado por uso e histórico guardado para as próximas etapas. |
Equipe própria no Brasil e na Austrália, em Porto Alegre, São Paulo, Sydney, Melbourne e Gold Coast. A pessoa que confere a regra do seu caso é a mesma que acompanha o documento até a aceitação. Nos demais destinos, esse time atua com o apoio da nossa rede de escolas e parceiros locais.
Quem traduz e certifica é sempre um profissional qualificado: tradutor público no Brasil, certificado NAATI na Austrália, membro das organizações reconhecidas em cada destino. Valores e prazos da tradução são desses profissionais, e a decisão final sobre qualquer documento é do órgão que o recebe.
O que está ao nosso alcance é conferir a regra na fonte oficial, encaminhar para o profissional certo, revisar o pacote com você e entregar no formato aceito. É trabalho de precisão, e é exatamente por isso que ele existe.
Mapeamos os documentos do seu processo, conferimos a regra do destino, encaminhamos ao tradutor certificado e revisamos o pacote antes do envio.
A tradução em si, os valores e os prazos são dos profissionais certificados; a aceitação final é do governo, do consulado ou da escola que recebe o documento.
Documentos verdadeiros, scans legíveis e antecedência: tradução certificada boa é a que não é feita na véspera do prazo.
A regra muda de país para país; o jeito de cuidar é o mesmo: o documento certo, certificado do jeito certo, na mão antes do prazo.
As regras de tradução são dos governos de cada destino e podem mudar; as desta página foram verificadas em agosto de 2026.
O serviço é mais útil para quem tem documento em português no meio do caminho entre o plano e o embarque.
É a tradução acompanhada de uma declaração formal de quem traduziu, atestando que ela é completa e fiel ao original. Quem pode assinar essa declaração muda de país para país: tradutor juramentado no Brasil, certificado NAATI na Austrália, membro de organização provincial no Canadá, e assim por diante.
Não exatamente. Juramentada é a figura brasileira: feita por Tradutor Público matriculado em Junta Comercial, com fé pública, nos termos da Lei 14.195/2021. Certificada é o termo geral usado lá fora, e cada destino define o próprio modelo. Em muitos processos, a juramentada brasileira atende, desde que no formato certo.
Não. O Canadá proíbe tradução feita pelo requerente ou por familiares, a Nova Zelândia também veta família e o consultor do processo, e os demais destinos exigem certificação de tradutor qualificado. Tradução própria, de amigo fluente ou de aplicativo é recusada.
Não vale. Nenhum dos seis destinos aceita tradução automática, porque falta a certificação: a declaração formal de um tradutor qualificado atestando fidelidade ao original. O profissional pode até usar tecnologia no processo, mas quem responde pelo conteúdo, assina e certifica é ele.
Depende do processo. Os mais comuns são certidões de nascimento e casamento, diploma e histórico escolar, antecedentes criminais, extratos e comprovações financeiras e a CNH. A lista real vem do seu visto, da sua escola e do seu destino, e é ela que a gente confere primeiro.
Feita na Austrália, precisa ser de tradutor certificado NAATI. Feita fora, o Department of Home Affairs exige que a tradução traga nome completo, endereço, telefone, qualificações e experiência do tradutor no idioma. Em qualquer caso, o documento vai por inteiro, com carimbos e selos. Verificado em agosto de 2026.
O IRCC pede tradução para o inglês ou o francês feita por tradutor certificado, membro em boa situação de uma organização provincial ou territorial, como a ATIO ou a OTTIAQ. Sem tradutor certificado, a tradução precisa de declaração juramentada diante de notário. Requerente e familiares não podem traduzir.
Não. A regra federal, 8 CFR 103.2(b)(3), pede tradução completa para o inglês acompanhada da certificação escrita do tradutor, atestando que a tradução é exata e que ele é competente no par de idiomas. A certificação da ATA é respeitada no mercado, mas é voluntária, não obrigatória.
Tradução completa e certificada para o inglês ou o irlandês, enviada com o documento original. A declaração do tradutor vem assinada e datada, com nome, ocupação, endereço e telefone. A Irlanda não tem juramentação estatal; a ATII é a associação profissional de referência do país.
A Immigration New Zealand aceita tradução certificada feita por quem domina as duas línguas e é competente em tradução, como serviços reconhecidos e tradutores de associações como a NZSTI. Família e o consultor do processo não podem traduzir. Desde junho de 2024, até visto de visitante exige documentos em inglês.
Os documentos entram em inglês ou acompanhados de tradução certificada, tanto no visto nacional de estudante quanto na residência solicitada na Identità depois da chegada. Documentos públicos, como certidões e antecedentes, também precisam de apostila ou legalização. Verificado em agosto de 2026.
É a legalização internacional de documentos públicos entre os países da Convenção da Haia, feita no Brasil em cartórios autorizados, conforme o Decreto 8.660/2016. Ela autentica o documento, não substitui a tradução. A ordem das duas etapas varia por caso, e definir errado significa refazer.
Em geral sim, por um período, com a CNH acompanhada do que o país pede. Na Austrália, os estados aceitam a tradução da CNH feita por tradutor certificado NAATI ou a Permissão Internacional para Dirigir do Detran. A regra é local e muda por estado, então confirmamos a do seu destino antes.
Depende do volume, do par de idiomas e da agenda do profissional: de poucos dias úteis para documentos simples a mais tempo para pacotes grandes. Urgência costuma existir, com custo maior. A melhor proteção contra prazo apertado é começar junto com o planejamento do visto.
A tradução acompanha o documento e não expira sozinha. O que expira é a exigência do órgão sobre o original: antecedentes criminais e extratos, por exemplo, costumam precisar de emissão recente. Se o original for reemitido, a tradução é refeita junto. Os arquivos certificados valem para usos futuros.
Encaminhamos e acompanhamos. Quem traduz e certifica é sempre um profissional qualificado do par de idiomas e do formato que o seu destino exige. O nosso trabalho é conferir a regra, escolher o profissional certo, revisar o pacote com você e entregar no formato aceito.
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