Nova Zelândia: um dos lugares mais extraordinários do planeta para viver um intercâmbio
Alguns destinos oferecem apenas um curso. A Nova Zelândia oferece uma experiência que muda a forma como você enxerga o mundo. Este guia mostra o país, as regras de 2026 e o caminho para estudar, trabalhar e viver tudo isso.
Antes das regras, a experiência
Na Ilha Norte, uma praia onde você cava a areia e encontra água quente vinda do próprio vulcão.
Na Ilha Sul, montanhas nevadas, estradas praticamente vazias e um lago turquesa surgindo em cada curva.
E, ainda na Ilha Sul, um dos céus mais estrelados do planeta, numa reserva oficial de céu escuro.
Não na mesma semana, nem no mesmo dia: são as duas metades de um intercâmbio inteiro.
O resto deste guia mostra como encaixar esses lugares no calendário real de quem estuda aqui.
O que torna a Nova Zelândia diferente?
A Nova Zelândia é um país de 5,4 milhões de habitantes que combina natureza de outro planeta, o 2º lugar no Global Peace Index 2026, 8 universidades no ranking mundial QS e um visto de estudante que permite trabalhar até 25 horas por semana, inclusive em cursos de inglês elegíveis.
Regras verificadas em julho de 2026 nas páginas oficiais da Immigration New Zealand, Employment New Zealand, NZQA e Stats NZ. Regras de imigração mudam com frequência: confirme sempre no site oficial antes de decidir.
Nos próximos minutos, você vai conhecer os lugares que fazem qualquer estudante querer ficar mais um semestre, entender as regras de estudo e trabalho que valem em 2026 e descobrir qual cidade combina com o seu perfil. No final, o caminho completo para sair do sonho e entrar no planejamento.
Lugares que parecem outro planeta
Nenhum outro destino de intercâmbio concentra tanta paisagem em tão pouco espaço. Cada lugar abaixo cabe num feriado prolongado ou nas férias do curso. Vários deles são de graça (trilhas, praias, mirantes); outros dependem de ingresso ou transporte pago, e vale conferir o valor atualizado no site oficial de cada atração antes de fechar o roteiro. É por isso que este guia começa por eles.
Milford Sound
Ilha Sul · Fiordland
Um braço de mar de 16 km cercado por paredes de rocha que sobem direto da água, dentro do Fiordland National Park, na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1986 e, desde 1990, parte do sítio ampliado Te Wāhipounamu (South West New Zealand). Em dia de chuva, centenas de cachoeiras temporárias despencam das encostas. Explora-se de barco, caiaque ou pelo mirante da estrada.
Aoraki / Mount Cook
Ilha Sul · Canterbury
Com 3.724 metros, o Aoraki é o teto da Nova Zelândia. O parque nacional ao redor tem 19 picos acima de 3.000 metros e geleiras cobrindo 40% da área, incluindo a Tasman Glacier, a mais longa do país, segundo o Department of Conservation. A trilha mais famosa, a Hooker Valley Track, tem 10 km ida e volta e cerca de 3 horas. O Department of Conservation a classifica como easy to intermediate walking track: piso de cascalho com alguns degraus, trechos de moraina e três pontes suspensas, sem exigir experiência em montanha. Como todo o parque é ambiente alpino, cheque a previsão e leve agasalho e água: o tempo muda rápido.
Toda a iluminação da vila do parque aponta para baixo: o Department of Conservation descreve a região como um dos melhores lugares do país para observar o céu noturno.
Lake Tekapo
Ilha Sul · Mackenzie
De dia, um lago azul-leitoso emoldurado por flores e montanhas. De noite, um dos melhores observatórios naturais do planeta: o lago fica dentro da Aoraki Mackenzie International Dark Sky Reserve, criada em 2012 com certificação nível ouro (gold tier) da DarkSky International, a maior do Hemisfério Sul e a terceira maior do mundo, com 4.367 km².
Em noites limpas dá para ver a Via Láctea inteira a olho nu e, com sorte, a aurora austral, a versão do hemisfério sul da aurora boreal.
Rotorua
Ilha Norte · Bay of Plenty
Rotorua é a capital geotermal e cultural da Ilha Norte: piscinas coloridas, lama borbulhando e o gêiser Pōhutu, no vale de Whakarewarewa, o maior ativo do Hemisfério Sul, que entra em erupção até vinte vezes por dia e pode chegar a 30 metros de altura, segundo o Te Puia. É também um dos melhores lugares do país para viver a cultura māori, com apresentações de haka e jantares tradicionais.
O vale termal de Whakarewarewa reúne cerca de 500 fontes geotermais, e comunidades māori vivem ali há séculos usando o vapor para cozinhar e aquecer.
Tongariro Alpine Crossing
Ilha Norte · Centro vulcânico
Considerada uma das melhores caminhadas de um dia do mundo: 20,2 km cruzando crateras vulcânicas ativas, campos de lava e os lagos esmeralda, com ponto mais alto no Red Crater, a 1.886 metros, segundo o Department of Conservation. O Tongariro National Park é um dos raros lugares do planeta com dupla inscrição na UNESCO, pelos valores naturais e pela importância cultural māori.
As encostas do vizinho Mount Ngauruhoe interpretaram a Montanha da Perdição de Mordor em O Senhor dos Anéis. Antes de ir, confirme as condições da trilha no site do Department of Conservation.
Waitomo
Ilha Norte · Waikato
Um passeio silencioso de barco em uma caverna de 30 milhões de anos, sob um teto que brilha como um céu estrelado. O brilho vem de milhares de larvas de Arachnocampa luminosa, uma espécie de vagalume que só existe na Nova Zelândia. Muitos guias são descendentes diretos do chefe māori que explorou a caverna originalmente.
Fotografar dentro da Glowworm Grotto é proibido. É um dos poucos lugares do mundo que você visita para ver, não para postar.
Hobbiton
Ilha Norte · Matamata
O Condado existe, e fica a pouco mais de duas horas de carro de Auckland. Reconstruído de forma permanente em 2009 para a trilogia O Hobbit, o set mantém 44 tocas de hobbit em uma fazenda de ovelhas em atividade, com direito a uma caneca na taverna The Green Dragon Inn no final do tour, segundo o site oficial do Hobbiton Movie Set.
As trilogias de O Senhor dos Anéis e O Hobbit foram filmadas inteiramente na Nova Zelândia, em mais de 150 locações espalhadas pelas duas ilhas.
Península de Coromandel
Ilha Norte · Coromandel

Dois fenômenos a poucos minutos um do outro. Em Cathedral Cove, um arco de catedral esculpido pelo mar liga duas praias dentro de uma reserva marinha criada em 1992; o acesso é a pé, de barco ou de caiaque. A trilha terrestre foi atingida pelo ciclone Gabrielle em 2023 e passou por obras: confirme se está aberta no site do Department of Conservation antes de ir. Em Hot Water Beach, a água geotermal sobe por vários pequenos pontos de surgência espalhados numa faixa de cerca de 15 metros de areia, a até 64 °C: na maré baixa, você cava a própria piscina termal de frente para o Pacífico.
O arco de Cathedral Cove aparece em As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian, na cena em que os irmãos Pevensie voltam a Nárnia. E a banheira natural de Hot Water Beach funciona na janela de até 2 horas antes e 2 horas depois da maré baixa, segundo o Department of Conservation; confira a tábua de marés do dia antes de sair e siga os avisos da própria praia.
Abel Tasman
Ilha Sul · Nelson Tasman
O menor parque nacional da Nova Zelândia, com 22.530 hectares, é também um dos mais amados: praias douradas, falésias de granito e a Abel Tasman Coast Track, uma trilha costeira mundialmente famosa que se percorre a pé, de caiaque ou combinando os dois com water taxi, segundo o Department of Conservation.
O parque leva o nome do navegador holandês Abel Tasman, o primeiro europeu a avistar a Nova Zelândia, que ancorou na Golden Bay em dezembro de 1642.
Onde fica cada um desses lugares?
A Nova Zelândia se divide em duas ilhas principais. A Ilha Norte concentra as maiores cidades, os vulcões e a cultura geotermal; a Ilha Sul concentra os Alpes do Sul, os fiordes e os lagos glaciais. Toque em um marcador ou em um nome para voltar ao capítulo correspondente.
Do fiorde ao vulcão
Os capítulos deste guia, organizados por ilha. Dentro de cada ilha, tudo se alcança de carro ou ônibus a partir das cidades onde os estudantes vivem. Para cruzar de uma ilha para a outra, o caminho prático é voar (de Auckland a Queenstown são cerca de 2 horas); a balsa entre Wellington e Picton é a alternativa para quem vai de carro.
Seção 4 · Na estrada
A Nova Zelândia foi feita para ser explorada
É um país onde se dirige do lado esquerdo e as estradas são cênicas, mas atenção: os tempos de viagem são maiores do que a quilometragem sugere, porque boa parte das rotas é sinuosa e de pista simples. Para o estudante, isso significa roteiros curtos e bem planejados; a campervan é a opção clássica, e dividir carro e hospedagem com colegas costuma ser o jeito mais barato de rodar.
Rota dos lagos glaciais
- Christchurch
- Lake Tekapo
- Lake Pukaki
- Aoraki / Mount Cook
- Queenstown
O trecho da SH8 ao longo do Lake Pukaki tem os mirantes mais fotografados do país.
Rota dos fiordes
- Queenstown
- Te Anau
- Milford Road
- Milford Sound
No inverno, verifique as condições da Milford Road antes de sair: é estrada alpina.
Rota do vapor e da fantasia
- Auckland
- Coromandel
- Hobbiton
- Rotorua
- Tongariro
Vulcões, piscinas termais e o Condado no mesmo para-brisa.

Um detalhe prático que surpreende brasileiros: segundo a NZ Transport Agency, dá para dirigir com a habilitação do Brasil por até 18 meses a contar da última chegada ao país (o prazo volta a ser de 12 meses em 1º de novembro de 2026), desde que ela esteja acompanhada de uma tradução aprovada para o inglês. Depois disso, é preciso converter para a carteira local.
Quer viver isso de verdade, não só na tela?
A First Gate monta o plano que aproxima você desses lugares: curso, cidade, visto e orçamento em um único projeto, escolhendo a cidade que combina com o que você quer ver e viver.
Como estudar na Nova Zelândia?
Dá para estudar na Nova Zelândia por cinco portas de entrada: cursos de inglês, high school, formação técnica e politécnica, graduação e pós-graduação, além dos pathways que fazem a ponte entre o inglês e a vaga acadêmica, sempre em instituições signatárias do Code of Practice, supervisionado pela NZQA.
Quero aprender inglês
Do inglês geral ao preparatório de IELTS, em escolas de idioma, institutos e universidades, com início praticamente toda semana.
Quero fazer high school
Ensino médio em escolas públicas ou privadas, com homestay e o sistema de avaliação NCEA.
Quero formação técnica
Certificates e diplomas dos níveis 4 a 7 do framework nacional (NZQCF), em politécnicos regionais e institutos privados, com foco prático.
Quero graduação ou pós
Bachelor, master e PhD nas 8 universidades do país, todas no top 500 do QS World University Rankings 2027, com a University of Auckland em 67º lugar. Por lá o seu histórico é recalculado na escala local: entenda como a sua nota é convertida.
E se o meu inglês ainda não chegou lá?
É para isso que existem os pathways: cursos de inglês acadêmico que substituem o IELTS na entrada da universidade. A English Language Academy da University of Auckland, por exemplo, oferece programas de 10, 20 ou 30 semanas que dão acesso direto aos cursos da universidade para quem conclui com a nota exigida. Outras universidades mantêm esquemas próprios. Para saber em minutos qual régua de inglês vale para o seu objetivo, use o teste de inglês gratuito da First Gate, que responde por país e objetivo com regras verificadas na Immigration New Zealand.
Uma mudança recente que vale conhecer: desde 1º de janeiro de 2026, dez politécnicos regionais da Nova Zelândia voltaram a operar como instituições independentes, segundo o Ministry of Education. A antiga rede unificada Te Pūkenga foi renomeada New Zealand Institute of Skills and Technology (NZIST) e segue como entidade transitória, com outros quatro politécnicos ainda dentro dela, até ser extinta, o mais tardar, em 31 de março de 2027. Para o estudante, isso significa marcas regionais fortes de volta, como Wintec, Ara e Otago Polytechnic. O passo a passo completo, da carta de aceite à aplicação do visto, está na seção como funcionam visto e custos em 2026.
Dá para trabalhar durante o intercâmbio?
Sim. Desde 3 de novembro de 2025, estudantes elegíveis podem trabalhar até 25 horas por semana durante as aulas, e em período integral nas férias programadas do curso, segundo a Immigration New Zealand. As 25 horas por semana valem para ensino superior, inglês elegível e high school (years 12 e 13, com autorização). O período integral nas férias depende de o curso cumprir os critérios da Immigration New Zealand (120 créditos, 2 semestres em pelo menos 8 meses), o que a maioria dos cursos de inglês não cumpre.
Mito comum: "estudante na Nova Zelândia só pode trabalhar 20 horas por semana". Desatualizado. O limite subiu para 25 horas semanais em 3 de novembro de 2025 para vistos concedidos a partir dessa data. Quem ainda tem a condição antiga de 20 horas impressa no visto precisa pedir uma variação de condições (NZ$ 325) ou aguardar o próximo visto para usar as 5 horas extras.
Quem pode trabalhar
- Estudantes de ensino superior em cursos elegíveis, até 25 h/semana nas aulas.
- Estudantes de inglês em curso de 14+ semanas em universidade ou escola Categoria 1 da NZQA, ou de 24+ semanas com teste de inglês aceito.
- Estudantes de high school nos years 12 e 13, com 16 anos ou mais e autorização escrita da escola e dos pais.
- Nas férias programadas, período integral para quem estuda em tempo integral por ao menos 1 ano acadêmico, em curso de 120 créditos ou mais e com no mínimo 2 semestres ao longo de pelo menos 8 meses. Confira no seu eVisa se a condição de período integral consta do visto.
O que não é permitido
- Trabalhar mais horas do que a condição impressa no seu visto: o número que vale é sempre o do seu documento.
- Cursos de inglês curtos ou fora dos critérios de elegibilidade não dão permissão de trabalho.
- Ser autônomo: o visto exige trabalho como empregado, com contrato.
Resumo das regras de trabalho (julho de 2026)
| Situação | Durante as aulas | Nas férias programadas |
|---|---|---|
| Ensino superior elegível | Até 25 h/semana | Período integral, cumprindo os critérios do curso |
| Inglês elegível (14+ semanas Cat. 1 ou 24+ semanas) | Até 25 h/semana | Não é automático: a Immigration New Zealand só concede período integral a quem comprova curso de 120 créditos e com no mínimo 2 semestres ao longo de pelo menos 8 meses, o que a maioria dos cursos de idioma não cumpre. Na prática, valem as 25 h/semana durante todo o visto; confirme a condição impressa no seu visto |
| High school (years 12 e 13) | Até 25 h/semana, com autorização | Período integral só nas férias de Natal e Ano Novo, entre os anos letivos, com autorização |
| Inglês fora dos critérios | Sem permissão de trabalho | Sem permissão de trabalho |
Fonte: Immigration New Zealand, página oficial de trabalho no visto de estudante, consultada em julho de 2026. As condições exatas constam sempre no visto de cada estudante.
Com o salário mínimo de NZ$ 23,95 por hora (cerca de R$ 71 no câmbio médio de julho de 2026), 25 horas semanais geram uma renda relevante em dólar neozelandês. Os números completos de custo de vida, aluguel e mercado estão no nosso guia de custo de vida na Nova Zelândia em 2026.
O trabalho complementa, não sustenta. A comprovação financeira do visto existe justamente porque o governo não espera que o estudante se pague com o trabalho local. Contar com o trabalho para pagar o curso é o erro de planejamento mais comum: ele complementa o orçamento, não o financia. Planeje o intercâmbio com o orçamento fechado e trate a renda em NZ$ como upgrade de experiência.
Como funcionam visto e custos em 2026?
Para cursos de até 3 meses, o brasileiro entra como visitante com a autorização eletrônica NZeTA. Acima de 3 meses, o caminho é o Fee Paying Student Visa: a partir de NZ$ 850 online, com comprovação financeira e seguro saúde, emitido pela duração do curso, por até 4 anos.
- Defina objetivo e orçamento. Curso, cidade e duração nascem do plano, não o contrário.
- Garanta a vaga: a carta de aceite (offer of place) de uma instituição aprovada é a base do visto.
- Organize a comprovação financeira: NZ$ 20.000 por ano de curso (ou NZ$ 1.667 por mês), além da passagem de saída; NZ$ 17.000 por ano para high school.
- Contrate o seguro saúde e viagem, obrigatório do início do curso até o fim do visto.
- Aplique online e pague as taxas: a partir de NZ$ 850, já incluindo a taxa de conservação e turismo (IVL).
- Aguarde a decisão: a Immigration New Zealand processa 80% dos pedidos em até 8,5 semanas.
Números de 2026 para guardar: visto de estudante a partir de NZ$ 850 (online); comprovação de NZ$ 20.000 por ano ou NZ$ 1.667 por mês; NZeTA para turismo por NZ$ 17 no app oficial (ou NZ$ 23 no site) mais NZ$ 100 de IVL. Valores da Immigration New Zealand, verificados em julho de 2026.
Vai fazer um curso curto ou uma visita de reconhecimento? Veja o passo a passo do NZeTA para brasileiros em 2026. E quem pensa em ficar depois de formado deve conhecer o Post Study Work Visa: quem conclui mestrado ou doutorado, com pelo menos 30 semanas de estudo no país, recebe o visto de 3 anos, segundo a Immigration New Zealand; para o bacharelado (degree de nível 7) e demais qualificações de nível 8 ou abaixo, o visto tem a mesma duração do curso. Qualificações não-degree de níveis 4 a 7 só dão direito quando constam da lista oficial da Immigration New Zealand. A partir de 16 de novembro de 2026, o Post Study Work Visa passa a aceitar também quem já tem bacharelado (feito na Nova Zelândia ou no exterior) e conclui, em tempo integral no país, um graduate diploma de nível 7, as duas condições juntas; nesse caso o visto dura o tempo do graduate diploma, no máximo 1 ano. Na mesma data abre o Short-term Graduate Work Visa, de até 6 meses. Cursos de idioma não contam para esse visto.
Qual cidade combina com você?
Não existe melhor cidade da Nova Zelândia: existe a certa para o seu perfil. Auckland e Wellington concentram vida urbana, Christchurch e Queenstown abrem a Ilha Sul, Hamilton e Tauranga equilibram custo e estilo de vida. Filtre pelo que importa para você:
Auckland
Ilha Norte · 1,8 milhão de habitantesMelhor para: quem quer a maior cidade do país (mais de um terço da população nacional), a maior oferta de escolas, universidades e vagas de trabalho, com praias urbanas e duas costas a menos de uma hora do centro: o Mar da Tasmânia a oeste (Muriwai fica a cerca de 45 minutos do CBD) e o Pacífico a leste.
Atenção: é também um dos custos de moradia mais altos do país: o aluguel mediano em Auckland era de NZ$ 650 por semana em junho de 2026, atrás de Queenstown-Lakes (NZ$ 800) e Tauranga (NZ$ 700) e bem acima de Wellington, Hamilton e Christchurch, segundo os dados de bond do MBIE. O University of Auckland International College estima NZ$ 20.000 a 27.000 por ano (NZ$ 400 a 500 por semana) de custo de vida na cidade, entre acomodação, alimentação e transporte, sem passagens nem mensalidade.
Wellington
Ilha Norte · capital · 211 mil habitantesMelhor para: quem quer capital compacta e criativa, que se vive a pé: cultura de café, cinema do Wētā Workshop e uma cena gastronômica que a agência oficial da região, a WellingtonNZ, descreve como cheia de restaurantes premiados, cervejarias artesanais e torrefações.
Atenção: é a cidade mais ventosa da Nova Zelândia: a NIWA registra vento médio de 22 km/h e 22 dias de vendaval por ano em Wellington, contra 17 km/h e 2 dias em Auckland. O mercado de trabalho também é menor que o de Auckland.
Queenstown
Ilha Sul · Queenstown-Lakes · 53,8 mil habitantesMelhor para: viver dentro do cartão-postal: lago, montanhas, esqui no inverno e esportes radicais o ano todo, numa cidade jovem (42,6% dos moradores têm entre 15 e 39 anos, segundo o Stats NZ) movida a turismo e hospitalidade.
Atenção: cidade pequena e turística: moradia disputada e custo alto para o tamanho. Os 53,8 mil habitantes são do distrito de Queenstown-Lakes, que inclui Wanaka e Arrowtown, segundo o Stats NZ em junho de 2025; a cidade de Queenstown, sozinha, é bem menor.
Christchurch
Ilha Sul · 419 mil habitantesMelhor para: equilíbrio entre cidade grande e vida ao ar livre: é a porta de entrada da Ilha Sul, teve o maior saldo de migração interna entre as cidades do país no ano até junho de 2025, com 1.700 pessoas a mais chegando de outras regiões do que saindo, segundo o Stats NZ, e é onde dá para surfar e esquiar no mesmo dia.
Atenção: os invernos são frios e o centro passou 15 anos em obras depois da sequência de terremotos de 2010 e 2011 (o destrutivo foi o de 22 de fevereiro de 2011). A reconstrução se encerrou em 2026, com a abertura do One New Zealand Stadium at Te Kaha, e a cidade que você encontra hoje é quase toda nova.
Hamilton
Ilha Norte · 192 mil habitantesMelhor para: custo menor com vida universitária de verdade: foi a cidade que mais cresceu no país no ano até junho de 2025, segundo o Stats NZ, no coração do Waikato, a 1h50 de Auckland e perto de Hobbiton, Waitomo e do surf de Raglan.
Atenção: sem praia na porta e com vida noturna mais tranquila que a das capitais.
Tauranga
Ilha Norte · 161 mil habitantesMelhor para: estudar a 10 minutos de carro de uma das praias mais famosas do país, Mount Maunganui, num porte médio entre a agitação de Auckland e a calma do interior.
Atenção: a oferta de cursos é menor que nos grandes centros. Se o seu objetivo exige um curso específico (pathway acadêmico, área técnica), confirme antes se ele existe em Tauranga; caso contrário, o caminho normal é escolher de saída uma cidade com essa oferta, porque trocar de instituição no meio do intercâmbio significa nova matrícula e revisão das condições do visto.

Em dúvida entre duas cidades?
A First Gate compara custo, curso e estilo de vida das suas finalistas, lado a lado, para o seu perfil.
Curiosidades que explicam o país
Cada número abaixo diz algo sobre como é viver na Nova Zelândia: um país pequeno, seguro, esquisito no melhor sentido e apaixonado pela própria natureza.
Quer entender como esse jeito de viver se traduz no dia a dia, do churrasco no feriado à etiqueta no marae? Leia sobre a cultura e os costumes da Nova Zelândia e as gírias do inglês kiwi.
Como é a jornada até lá?
- PlanejamentoObjetivo, orçamento e duração definidos com quem faz esse caminho com estudantes brasileiros desde 2013.
- Escolha do cursoCidade, escola e curso comparados pelo que importa: elegibilidade de trabalho, custo e estilo de vida.
- VistoCarta de aceite, comprovação financeira, seguro e aplicação do Fee Paying Student Visa.
- ChegadaImigração, chip, conta bancária, IRD number para trabalhar e os primeiros dias de aula.
- Primeira semanaA rotina nasce: aula, os primeiros contatos de trabalho e o fim de semana livre para conhecer a região onde você foi morar.
- Primeira road tripUm feriado, uma campervan e o primeiro lago turquesa que você vê ao vivo.
- Para sempreVocê nunca mais esquece esse país.
O que a First Gate faz no seu plano para a Nova Zelândia?
A First Gate realiza intercâmbios desde 2013. São 13 anos transformando planos internacionais em experiências reais, com orientação próxima em cada etapa:
- Escolha de curso e cidade com comparação honesta entre caminhos e orçamentos.
- Matrícula e comunicação com a escola, do primeiro contato à carta de aceite.
- Planejamento financeiro do plano inteiro, incluindo câmbio e remessas.
- Orientação documental dentro do escopo permitido, na ordem certa.
- Seguro, acomodação e passagens integrados ao mesmo plano.
- Suporte próximo durante a jornada, antes e depois do embarque.
Não prometemos visto aprovado nem emprego: prometemos um plano bem construído, com informação verificada e decisões tomadas na ordem certa. Conheça o nosso suporte completo durante o intercâmbio.
O que todo mundo pergunta sobre a Nova Zelândia
Brasileiro pode estudar e trabalhar na Nova Zelândia?
Quantas horas o estudante pode trabalhar em 2026?
Curso de inglês na Nova Zelândia permite trabalhar?
Quanto custa o visto de estudante em 2026?
Quanto preciso comprovar de dinheiro para estudar?
Preciso de visto para um intercâmbio curto?
Posso ficar trabalhando depois de formado?
Qual é a melhor cidade para intercâmbio na Nova Zelândia?
Qual é a melhor época do ano para ir?
Nova Zelândia ou Austrália: qual escolher?
A First Gate ajuda com escola, visto e chegada?
Próximos passos da sua decisão

Talvez você chegue querendo aprender inglês. E volte levando uma nova forma de enxergar o mundo.
Conte para a gente o seu objetivo, e a First Gate desenha o caminho: curso, cidade, visto e orçamento, na ordem certa, como faz desde 2013.
Dreams without borders
Conteúdo revisado por Diogo Jucá · QEAC 6894 · julho de 2026
Fontes oficiais e última verificação: as regras citadas neste guia foram verificadas em julho de 2026 nas páginas oficiais da Immigration New Zealand (Fee Paying Student Visa, trabalho no visto de estudante, mudança para 25 horas, comprovação financeira, Post Study Work Visa e NZeTA), Employment New Zealand (salário mínimo), Ministry of Education, NZQA, Stats NZ, Department of Conservation, DarkSky International, Hobbiton Movie Set, Ministry for Women e Vision of Humanity (Global Peace Index 2026). Valores em dólar neozelandês (NZ$); conversões aproximadas ao câmbio de julho de 2026 (NZ$ 1 ≈ R$ 2,96, média do fechamento do Banco Central). Regras de imigração mudam com frequência e dependem do seu caso: confirme sempre nas fontes oficiais antes de decidir. A First Gate é uma agência de intercâmbio e não presta consultoria de imigração; quando uma etapa exige atuação regulamentada, ela é conduzida por profissional autorizado. Fotos dos lugares: Wikimedia Commons, com crédito nas legendas.
