Working Holiday na Nova Zelândia para brasileiros: regras, custos e a próxima rodada
A rodada de 2026 fechou e a de 2027 ainda não tem data. Aqui está a regra como a Immigration New Zealand (INZ) publica: quem pode pedir, quanto custa, o que o visto permite e o caminho que dá para começar agora.
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Quem procura hoje o Working Holiday da Nova Zelândia dá de cara com um aviso curto na página oficial: o visto está fechado para 2026. A rodada do Brasil estava marcada para 8 de outubro, com 300 vagas, e a próxima ainda não tem data. Este guia mostra o que já se sabe da rodada de 2027, as regras completas para estar pronto quando ela abrir e o caminho que não depende de rodada nenhuma, o visto de estudante.
Tudo aqui é regra pública, com o link da fonte e a data em que ela foi lida. A First Gate é uma agência de intercâmbio de fora da Nova Zelândia, e a lei neozelandesa só deixa uma agência nessa situação, sem licença, orientar sobre o visto de estudante. Por isso, a página mostra a regra do jeito que a Immigration New Zealand publica e não diz se alguém se encaixa nela (seção 11). O país inteiro, com cidades, escolas e custos, está no guia de intercâmbio na Nova Zelândia.
O resumo
- O Brazil Working Holiday Visa está fechado para 2026, segundo a página da Immigration New Zealand lida em 29 de outubro de 2026. A data da rodada de 2027 ainda não saiu.
- São 300 vagas por ano para brasileiros de 18 a 30 anos, com até 12 meses de férias, trabalho temporário e até 6 meses de estudo.
- O pedido custa a partir de NZ$ 770. Também é preciso ter NZ$ 4.200 para se manter, seguro médico completo, com internação, e a passagem de saída ou o dinheiro para essa compra.
- No trabalho, o limite é de 3 meses com cada empregador, e o visto não permite emprego permanente nem negócio próprio. O salário mínimo adulto é NZ$ 23,95 por hora desde 1º de abril de 2026.
- Desde 20 de outubro de 2026, a INZ só aceita o pedido se houver vaga naquele momento. Pedido enviado antes da abertura é apagado.
- Para quem não quer esperar a rodada de 2027, existe o visto de estudante, que pode ser pedido em qualquer época do ano, sem rodada.
- A First Gate não faz o pedido do Working Holiday. Pela lei da Nova Zelândia, uma agência de fora do país, sem licença, só pode orientar sobre o visto de estudante (seção 11).
O que tem nesta página
- A rodada de 2026 fechou. Quando abre a de 2027?
- Quem pode pedir
- Quanto custa e quanto dinheiro é preciso ter
- Como funciona o pedido, da abertura até a chegada
- Trabalho, estudo e viagens com o visto
- Working Holiday ou visto de estudante
- Salário e direitos de quem trabalha
- Colheita, trabalho sazonal e a extensão de 3 meses
- Imposto, saúde, seguro e carteira de motorista
- O que os sites em português ainda erram
- O que a First Gate faz e o que não faz
- Perguntas frequentes
- O próximo passo do plano
O Working Holiday de 2026 fechou. Quando abre a rodada de 2027?
Resposta rápida Em 29 de outubro de 2026, a página da Immigration New Zealand dizia que o Brazil Working Holiday Visa estava fechado para 2026 e que era possível pedir no ano seguinte. A data de 2027 ainda não foi publicada. Nos últimos quatro anos, as datas saíram entre janeiro e fevereiro, e a abertura do Brasil foi marcada para o começo de outubro.
O aviso está no topo da página oficial do visto: “This visa is closed for 2026”. A página não diz em que dia a rodada fechou nem por quê. O que a INZ publicou antes, na notícia de 15 de janeiro de 2026, é a regra de funcionamento: cada programa fica aberto até as vagas acabarem e, depois disso, fecha até 2027.
| Rodada | Notícia com as datas | Abertura marcada | Vagas do Brasil |
|---|---|---|---|
| 2023 | 3 de fevereiro de 2023 | 10 de outubro de 2023 | 300 |
| 2024 | 25 de janeiro de 2024 | 8 de outubro de 2024 | 300 |
| 2025 | 23 de janeiro de 2025 | 8 de outubro de 2025 | 300 |
| 2026 | 15 de janeiro de 2026 | 8 de outubro de 2026 | 300 |
| 2027 | Ainda não publicada em 29 de outubro de 2026 | Sem data | A regra do programa fala em 300 por ano (WI2.15) |
Os quatro anos mostram um padrão. A notícia com as datas saiu sempre entre 15 de janeiro e 3 de fevereiro, e a abertura do Brasil ficou entre 8 e 10 de outubro. As notícias anunciaram 300 vagas em todas as rodadas. Padrão não é promessa: a data de 2027 só vale quando a INZ publicar.
A hora em que a rodada de 2026 estava marcada para abrir
A notícia anual traz o dia, não a hora. A hora aparece na caixa de status da página do visto. Em 2026, ela marcava a abertura para as 10h de 8 de outubro, no horário de verão da Nova Zelândia, o que correspondia às 18h de 7 de outubro em Brasília. A página atual já não mostra esse aviso; ele ficou guardado na cópia de 5 de outubro de 2026 do Internet Archive. Nos anos anteriores, a hora marcada foi a mesma, 10h no horário de verão, como mostram as cópias de 22 de fevereiro de 2023, 14 de maio de 2024 e 14 de janeiro de 2025. Nenhuma página oficial publicada depois da abertura confirma a hora em que ela de fato aconteceu.
A conversão para o horário de Brasília é nossa. Pelo Time Act 1974, a hora oficial da Nova Zelândia fica 12 horas à frente do UTC. O New Zealand Daylight Time Order 2007 soma 1 hora no horário de verão, que em 2026 começou em 27 de setembro. A hora legal brasileira, do Observatório Nacional, fica 3 horas atrás do UTC.
O que já se sabe sobre 2027
Até 29 de outubro de 2026, o News centre da INZ não tinha notícia com as datas de 2027, e a página do visto também não mostrava data nova. A regra do programa, o WI2.15 do Operational Manual (o manual de regras que os oficiais de imigração aplicam), continua falando em 300 vagas por ano. Esse número pode mudar sem emenda ao acordo. O artigo 2º do acordo entre Brasil e Nova Zelândia sobre um Programa de Férias e Trabalho, promulgado pelo Decreto 7.252/2010, diz que alterações no número de vistos por ano são confirmadas por via diplomática.
Desde 20 de outubro de 2026 vale também uma regra nova para os programas com vagas limitadas, como o do Brasil. A INZ só aceita o pedido se houver vaga no momento em que ele é feito. Se um pedido for aceito quando já não houver vaga, ele perde a validade e deixa de ser analisado, e a taxa do pedido é devolvida a quem pagou. A regra está no Operational Manual (WI1) e na Amendment Circular 2026/31. Ela fala só da taxa do pedido e não diz nada sobre as outras duas parcelas, a Immigration Levy e a IVL (seção 3).
Atenção Pedido enviado antes da data de abertura é apagado automaticamente, segundo a Immigration New Zealand. A data e a hora que valem são as que a página do Brazil Working Holiday Visa mostrar.
Para acompanhar, há dois lugares. Um é a notícia anual do News centre, com a tabela de datas e vagas de todos os programas com cota. O outro é a caixa de status da página do visto, que pode mostrar a data antes da notícia. Em 2025, a cópia de 14 de janeiro já trazia a abertura de 8 de outubro, e a notícia saiu em 23 de janeiro. A página da Embaixada da Nova Zelândia no Brasil, no site do MFAT, não publica datas e manda o leitor para a INZ.
Nenhuma fonte oficial informa em quanto tempo as vagas acabam. A frase “esgota em minutos”, que muitos sites repetem, não aparece nas páginas da INZ consultadas (seção 10).
Duas saídas que esta página explica para quem ficou sem vaga em 2026: esperar a rodada de 2027, já conhecendo as regras e o pedido, ou estudar agora, sem depender de rodada (seção 6).
Quem pode pedir o Working Holiday da Nova Zelândia?
Resposta rápida O Brazil Working Holiday Visa é um visto de trabalho de até 12 meses, com 300 vagas por ano, para cidadãos brasileiros de 18 a 30 anos. As férias precisam ser o objetivo principal da viagem. O visto não exige oferta de emprego nem teste de inglês e só é concedido uma vez na vida.
Os requisitos abaixo são os que a INZ publica na página do visto, na página sobre quem pode pedir e no Operational Manual. Cada linha traz a fonte.
| Requisito | O que a regra diz | Fonte |
|---|---|---|
| Cidadania e passaporte | Ser cidadão brasileiro, com passaporte brasileiro físico e válido no momento do pedido. O passaporte precisa valer pelo menos 3 meses depois do fim do visto. | Página do visto e quem pode pedir |
| Idade | De 18 a 30 anos, inclusive, no momento do pedido. O pedido online é registrado na data da Nova Zelândia. | Acordo Brasil e Nova Zelândia, artigo 1º, e E4.25 |
| Primeira vez | Nunca ter recebido um Working Holiday da Nova Zelândia, mesmo que não tenha sido usado. Working Holiday de outro país não impede. | Página do visto |
| Intenção | Férias como objetivo principal. Trabalho e estudo vêm em segundo lugar. | WI2.1.1 |
| Dinheiro | Pelo menos NZ$ 4.200 para se manter, mais a passagem de saída ou o dinheiro para essa compra. | Página do visto e WI2.15 |
| Seguro | Seguro médico completo por toda a estadia, com cobertura de internação. | Página do visto e WI2.15 |
| Saúde e antecedentes | A regra pede boa saúde e bons antecedentes, e a INZ pode não emitir o visto a quem tem condenação criminal ou é risco à segurança da Nova Zelândia. As respostas de saúde e de antecedentes do formulário ajudam a INZ a decidir se vai pedir exames e certidões, e ela pode pedir os dois depois do envio (seção 4). | Página do visto |
| Família | Filhos não acompanham. Parceiro ou parceira precisa de visto próprio. | WI2.1.1 e página do visto |
| Emprego e inglês | Não exige oferta de emprego. Também não há teste de inglês para o Brasil: a INZ só exige comprovar o inglês nos programas da China, das Filipinas, da Tailândia, da Turquia e do Vietnã. | Página do visto e inglês nos working holiday visas |
| De onde pedir | De qualquer país. De dentro da Nova Zelândia, só com visto temporário válido. | Quem pode pedir e WI2.1.1 |
Dois pontos ficam sem resposta nas fontes oficiais consultadas: o que acontece com quem faz 31 anos enquanto o pedido está em análise e em que fuso a idade é contada no dia do aniversário. O acordo fixa a idade no momento do pedido, e o pedido online leva a data da Nova Zelândia, que vira o dia horas antes de Brasília. O pedido só pode ser feito com a rodada aberta. Como a de 2026 fechou e a de 2027 ainda não tem data, quem fizer 31 anos antes de conseguir enviar o pedido fica de fora.
Quanto custa o Working Holiday e quanto dinheiro é preciso ter?
Resposta rápida O pedido do Working Holiday custa a partir de NZ$ 770, pagos online com cartão, e nada é devolvido se ele for recusado. A regra exige também seguro médico completo, com internação, e pelo menos NZ$ 4.200 para se manter durante toda a estadia, além da passagem de saída ou do dinheiro para essa compra.
| Parcela | Valor | Para que serve, segundo a INZ |
|---|---|---|
| Taxa do pedido | NZ$ 215 | Cobre a análise do pedido. |
| Immigration Levy | NZ$ 455 | Financia o sistema de imigração, programas de acolhida de migrantes e a Immigration Advisers Authority, entre outros fins. |
| IVL (International Visitor Conservation and Tourism Levy) | NZ$ 100 | Financia a conservação ambiental e a infraestrutura de turismo. |
| Total | NZ$ 770 | Soma das três parcelas. |
Os NZ$ 770 são só essas três parcelas. Exame, certidão e tradução, quando exigidos, ficam fora desse total, e esta página não traz o preço deles porque não há valor oficial publicado nas fontes consultadas.
A ferramenta de taxas da INZ mostra o mesmo total para o pedido feito do Brasil e para o feito de dentro da Nova Zelândia. Os valores das três parcelas estão em vigor desde 1º de outubro de 2024, quando o regulamento de imigração foi alterado. O pagamento é só online e com cartão: a ferramenta cita Visa, Mastercard e UnionPay, de crédito ou de débito. Dinheiro vivo não é aceito.
Se o pedido for recusado, a taxa, a Immigration Levy e a IVL não voltam, diz o guia de taxas. A página de devoluções só prevê reembolso em situações especiais, como taxa paga sem necessidade, taxa errada ou pedido devolvido sem ser aceito. A regra de 20 de outubro de 2026 acrescentou um caso: pedido aceito sem vaga perde a validade, e a taxa do pedido volta (seção 1).
Os NZ$ 4.200 e a passagem de saída
Os NZ$ 4.200 valem para a estadia inteira, não por mês: o WI2.15 fala num mínimo disponível para a manutenção durante todo o período no país. A passagem de saída, ou o dinheiro para essa compra, fica fora desse valor, como diz a página do visto. Nenhuma regra define quanto dinheiro conta como suficiente para a passagem.
Como prova, a INZ cita extrato bancário, fatura de cartão de crédito, cheque bancário e cheque de viagem (traveller's cheque), e o manual (W2.15.1) inclui cartão de crédito com limite disponível. No envio, a INZ pede os dados do passaporte. A prova do dinheiro pode vir depois, se a INZ pedir, e a página da Embaixada da Nova Zelândia no Brasil avisa que ela também pode ser exigida na chegada. E a condição não acaba na fronteira: pelo E3.15, todo visto de trabalho exige dinheiro para se manter e meio de sair do país enquanto a pessoa estiver na Nova Zelândia.
Quanto esse dinheiro dura depende da cidade e do jeito de viver. O guia sobre quanto custa morar na Nova Zelândia por mês faz essa conta, com moradia, mercado e transporte.
Como funciona o pedido, da abertura até a chegada?
Resposta rápida O pedido do Working Holiday é feito só online e em inglês, no site da Immigration New Zealand, enquanto a rodada está aberta. No envio, a INZ pede os dados do passaporte e, mais tarde, pode pedir raio X, certidões e provas de dinheiro, seguro e passagem. Com o visto aprovado, é preciso entrar no país em até 12 meses a contar da emissão.
A lista abaixo é a regra pública de cada etapa, como a INZ descreve na página do visto e na página sobre quem pode pedir. Ela não diz como responder às perguntas do formulário: a INZ trata isso como orientação de imigração, que exige licença ou isenção (seção 11).
- Abertura. O pedido, que alguns sites chamam de inscrição, só pode ser feito com a rodada aberta. Pedido enviado antes da data é apagado. Desde 20 de outubro de 2026, o pedido também só entra se houver vaga no momento em que é feito. A regra permite pedir de qualquer país. De dentro da Nova Zelândia, só com visto temporário válido.
- Envio. No formulário online, em inglês, a INZ pede os dados do passaporte, faz perguntas de saúde e de antecedentes e cobra a taxa.
- Depois do envio. Quando o exame é exigido, o comprovante precisa chegar à INZ em até 15 dias depois do envio, pelo número de referência do eMedical. Em país sem médico credenciado pela INZ (o panel physician), a pessoa manda o próprio certificado do raio X ou do exame médico. O exame precisa ter menos de 3 meses quando chega à INZ. A INZ também pode pedir a certidão de antecedentes (com menos de 6 meses na data do pedido) e as provas dos NZ$ 4.200, do seguro e da passagem. Certidão ou certificado médico que não esteja em inglês precisa de tradução certificada para o inglês.
- Decisão. A INZ informa que decide 80% dos pedidos em até 2 semanas. O visto aprovado chega como eVisa.
- Entrada. Quem recebe o visto fora da Nova Zelândia precisa entrar no país em até 12 meses a contar da emissão. A pessoa não pode adiar nem cancelar o visto, e quem não entra no prazo perde o visto e o direito a outro Working Holiday.
- Validade. Para quem recebe o visto fora do país, os 12 meses contam a partir da chegada, com entradas e saídas livres enquanto o visto valer. Para quem já está na Nova Zelândia, contam da data em que o visto é concedido.
Raio X, exame médico e certidão de antecedentes
A regra para quem pede de fora da Nova Zelândia num programa de até 12 meses, como o do Brasil, está nas exigências médicas do Working Holiday da INZ. Ela pede raio X de tórax de quem passou mais de 3 meses, nos últimos 5 anos, em país que não tem baixa incidência de tuberculose. O Brasil não está na lista de baixa incidência da INZ (a A4.25.10 do Operational Manual, em vigor desde 8 de dezembro de 2025). Argentina, Chile e Uruguai estão. A página da lista traz outro caso, para visto de 6 meses ou mais: exige raio X de quem é cidadão de país fora da lista e viveu ou passou tempo nesse país, mesmo sem os 3 meses nos últimos 5 anos.
O exame médico geral é exigido de quem planeja ficar mais de 12 meses no país, somando o tempo de outros vistos. Para quem pede de dentro da Nova Zelândia, a regra exige raio X e exame médico geral na maioria dos casos. A certidão de antecedentes só é exigida se a INZ pedir, e a regra geral do manual (A5.5) alcança quem vai somar 24 meses ou mais no país.
Atenção na chegada Pelo regulamento de imigração, brasileiros podem visitar a Nova Zelândia sem visto por até 3 meses. Por isso, quem chega com Working Holiday precisa marcar a opção “I hold a temporary entry class visa” na NZ Traveller Declaration. Sem a marcação, a INZ pode dar visto de visitante na fronteira e cancelar o Working Holiday, sem direito a outro, segundo a página sobre quem pode pedir.
A NZ Traveller Declaration pode ser enviada a partir de 24 horas antes da viagem. Na fronteira, a INZ pode pedir a prova do seguro e da passagem de saída. A página do visto lista os motivos de recusa de entrada, e um deles é não ter como provar a passagem de saída nem o dinheiro para sair do país.
O que dá para fazer com o visto: trabalho, estudo e viagens
Resposta rápida Com o Working Holiday, dá para passar até 12 meses na Nova Zelândia e trabalhar em empregos temporários, no máximo 3 meses com cada empregador. Também dá para estudar até 6 meses no total e entrar e sair do país quantas vezes quiser enquanto o visto valer. Negócio próprio e emprego permanente ficam de fora.
A página do visto lista as condições do trabalho. As regras dos vistos de trabalho aberto (open work visas) mudaram em 20 de abril de 2026. Desde então, quem tem Working Holiday:
- trabalha para um empregador, com contrato de trabalho ou de prestação de serviço;
- não aceita emprego permanente;
- só faz trabalho lícito;
- não administra negócio próprio;
- não presta serviços sexuais comerciais nem investe em negócio desse tipo;
- não contrata outras pessoas, nem diretamente nem por meio de negócio próprio.
O limite é de 3 meses com o mesmo empregador, pelo WI2.15. O acordo entre os dois países fala nesse limite durante a permanência na Nova Zelândia (artigo 4º do acordo promulgado pelo Decreto 7.252/2010). Emprego permanente exige outro visto de trabalho, diz o WI2.1.1.
Estudo de até 6 meses
Dá para fazer um ou mais cursos, até 6 meses no total, sem visto de estudante, pelo WI2.1.1 e pelo U2.5. A INZ cita curso de inglês, Study Abroad e curso curto de treinamento como exemplos.
Dica First Gate A First Gate faz a matrícula em cursos de inglês de até 6 meses e informa a duração exata de cada um. Quem confere se o curso cabe nas condições do visto é a própria pessoa, no eVisa que a Immigration New Zealand envia.
Viagens e família
Enquanto o visto valer, as entradas e saídas do país são livres. Já a família não acompanha: filhos não podem ir junto, e parceiro ou parceira precisa do próprio visto. O Working Holiday também não serve de base para os vistos de família da INZ, como mostram as regras V3.10, WF3.1 e U8.20 do Operational Manual.
Working Holiday ou visto de estudante: o que muda na regra?
Resposta rápida O Working Holiday tem idade máxima, cota anual e uma rodada por ano. O visto de estudante, sem rodada nem cota na página da INZ, pode ser pedido em qualquer época. O estudante paga o curso e comprova NZ$ 1.667 por mês de estudo em curso de menos de 36 semanas (instrução U3.20). O trabalho de até 25 horas por semana depende de o curso cumprir as condições da INZ.
A tabela põe as duas regras lado a lado. Ela não diz qual visto é melhor para ninguém: mostra o que cada um exige e permite, como a INZ publica. Para curso de inglês, o visto de estudante é o English Language Student Visa; para os demais cursos, o Fee Paying Student Visa.
| Item | Brazil Working Holiday Visa | Visto de estudante |
|---|---|---|
| Para que serve | Férias, com trabalho e estudo como objetivos secundários | Estudo em tempo integral num curso aprovado |
| Idade | 18 a 30 anos | A página do visto não traz faixa de idade |
| Quando pedir | Numa rodada por ano, na data marcada pela INZ, enquanto houver vaga | Em qualquer época. A INZ recomenda fazer o pedido pelo menos 3 meses antes da viagem e avisa que o período mais cheio vai de outubro a março |
| Vagas | 300 por ano. Desde 20 de outubro de 2026, o pedido só entra se houver vaga | Sem cota na página do visto |
| Duração | Até 12 meses | Até 4 anos, em geral o período de estudo pago |
| Custo do visto | A partir de NZ$ 770 | A partir de NZ$ 850 |
| Prazo de análise | 80% em até 2 semanas | 80% em até 7 semanas |
| Dinheiro exigido | NZ$ 4.200 para a estadia inteira, mais a passagem de saída ou o dinheiro para essa compra | Curso pago por 1 ano ou pelo curso inteiro, o que for mais curto. Para se manter, NZ$ 1.667 por mês de estudo em curso de menos de 36 semanas, ou NZ$ 20.000 por ano em curso mais longo. Também a passagem de saída ou o dinheiro para essa compra |
| Seguro | Seguro médico completo, com internação, por toda a estadia | Seguro de viagem e saúde como condição do visto, no padrão do Code of Practice 2021 e aceito pela escola |
| Trabalho | Temporário, no máximo 3 meses com cada empregador, sem negócio próprio | Até 25 horas por semana se o curso cumprir as condições; sem trabalho autônomo |
| Estudo | Até 6 meses no total | Tempo integral, com frequência e aproveitamento. A INZ exige intenção genuína de estudar e avalia isso no pedido |
| Teste de inglês | Não pede | A página do English Language Student Visa não lista teste para pedir o visto, mas desde 27 de outubro de 2026 a INZ pode pedir prova do nível de inglês na análise. Para ter direito a trabalho no curso de inglês, o teste só é exigido numa das duas vias: curso de pelo menos 24 semanas, com resultado de no máximo 2 anos na data do pedido, como IELTS 5.0. A outra via, 14 semanas seguidas em universidade ou escola Category One, não pede teste |
| Saúde | Raio X conforme a regra da seção 4 | Em estadia de menos de 6 meses, normalmente sem raio X; de menos de 12 meses, normalmente sem exame médico |
| Família | Filhos não acompanham; parceiro ou parceira com visto próprio | Parceiro e filhos podem pedir visto de visitante com base no visto do estudante. Visto de trabalho do parceiro só em cursos de nível 7 ou 8 das listas oficiais, ou de nível 9 ou 10 |
| Renovação | Não se renova. É concedido uma vez na vida, e só existe a extensão de 3 meses por trabalho sazonal | Novo visto de estudante antes do vencimento, sem limite de cursos |
Fontes da tabela: as páginas da INZ do Brazil Working Holiday Visa, do English Language Student Visa e do Fee Paying Student Visa (a linha de saúde do estudante vem desta última). Do Operational Manual, as instruções WI2.15, U3.10, U3.20, U3.25, U3.45, U13.15, U13.1, WF4.1 e U7.5. Também a página de família do estudante, a notícia de 27 de outubro de 2026 sobre o visto de estudante e a Amendment Circular 2026/32, que traz a regra do inglês. A instrução U3.20 usa o corte de 36 semanas; as páginas dos vistos falam em 1 ano.
Quem não conseguiu vaga em 2026
Para quem ficou sem vaga em 2026, esta página explica duas saídas na Nova Zelândia: esperar a rodada de 2027, cuja data a Immigration New Zealand ainda não publicou, ou estudar, sem depender de rodada. Pela regra, há três formatos de estudo, e só o primeiro dispensa o visto de estudante:
- Curso de até 3 meses no total, a cada 12 meses, sem visto de estudante, para quem tem visto temporário, inclusive o de visitante (U2.5). O visitante só pode fazer trabalho remoto, com três condições ao mesmo tempo (E3.15.1). O trabalho não pode ser para empregador da Nova Zelândia nem exigir presença num local de trabalho no país. Também não pode incluir a oferta de produto ou serviço em troca de pagamento de empresas ou pessoas na Nova Zelândia. Pelo regulamento de imigração, a isenção de visto de visitante tem como condição a autorização eletrônica de viagem, o NZeTA.
- Curso de inglês mais longo, com o English Language Student Visa, que custa a partir de NZ$ 850 e que a página do visto recomenda pedir pelo menos 3 meses antes da viagem.
- Curso que dá direito a trabalho. No curso de inglês, as 25 horas por semana dependem de tempo integral por pelo menos 14 semanas seguidas em universidade ou escola Category One da New Zealand Qualifications Authority (NZQA). A outra via é o curso de pelo menos 24 semanas, com resultado de teste de inglês de no máximo 2 anos na data do pedido (como IELTS 5.0, TOEFL iBT 35 ou PTE Academic 36). As duas vias estão na instrução U13.15 e na página da INZ sobre trabalho do estudante.
O trabalho em tempo integral nas férias do curso tem regra própria. Nas férias programadas, o curso precisa ser em tempo integral e ter pelo menos 1 ano acadêmico, que a INZ define como 120 créditos ou mais, em pelo menos 2 semestres ao longo de pelo menos 8 meses. No período de Natal e Ano Novo, basta estudar em tempo integral num curso de pelo menos 2 semestres ao longo de pelo menos 8 meses (U13.15 e página da INZ sobre trabalho do estudante).
Nos dois vistos de estudante, a INZ exige intenção genuína de estudar e avalia isso no pedido, a partir do que a pessoa envia e do que já sabe sobre ela. Frequência e aproveitamento no curso são condições do visto.
Visto de estudante com a First Gate Prefere estudar com visto de estudante? A First Gate orienta sobre esse visto e acompanha o pedido do começo ao fim, do curso aos documentos; os vistos de parceiro e de filhos ficam de fora (seção 11). O guia sobre como funciona o visto de estudante na Nova Zelândia traz o passo a passo, da carta de aceite à decisão. Quem ainda está entre dois destinos encontra a comparação de trabalho, custo e visto no guia Austrália ou Nova Zelândia.
Quanto se ganha e quais são os direitos de quem trabalha?
Resposta rápida O salário mínimo adulto na Nova Zelândia é NZ$ 23,95 por hora desde 1º de abril de 2026. Quem está com Working Holiday tem os mesmos direitos mínimos de qualquer empregado: contrato por escrito, pausas, 8% de férias sobre o salário bruto e acréscimo no feriado trabalhado. Cobrar do trabalhador pela vaga é ilegal, mesmo quando o pagamento é feito fora do país.
Trabalhador migrante temporário tem os mesmos direitos mínimos de quem é da Nova Zelândia, diz a Employment New Zealand, a área do governo que cuida das relações de trabalho. A tabela resume o que mais pesa no primeiro emprego.
| Direito | O que a regra diz |
|---|---|
| Salário mínimo | NZ$ 23,95 por hora para adulto pago por hora ou por produção (Minimum Wage Order 2026). Quem ganha por caixa colhida recebe pelo menos o mínimo por hora trabalhada, sem média da temporada |
| Contrato | Obrigatório e por escrito. Quando a cópia é pedida, o empregador tem até 7 dias úteis para entregar |
| Teste antes da contratação | Fazer 2 ou 3 cafés numa seleção é aceitável; um turno inteiro, ou mesmo algumas horas, tende a ser considerado emprego |
| Período de experiência | Até 90 dias, pago, e só vale se o contrato for assinado antes de começar |
| Pausas | Pausa paga de pelo menos 10 minutos e intervalo de pelo menos 30 minutos para a refeição. Quem ganha por produção também recebe pelas pausas |
| Férias | Em contrato de prazo fixo genuíno de menos de 12 meses, ou em trabalho muito irregular, os 8% sobre o bruto podem vir junto com o salário, separados no pagamento, desde que isso esteja no contrato. Caso contrário, as férias entram no acerto final, com 8% do bruto menos o que já foi pago |
| Prazo fixo | Colheita é motivo genuíno para contrato de prazo fixo; ter visto temporário não é |
| Feriado trabalhado | Pelo menos 50% a mais (o time and a half) e uma folga alternativa, se o feriado cair em dia normal de trabalho |
| Licença médica | 10 dias por ano, depois de 6 meses seguidos com o mesmo empregador. O visto limita a 3 meses o tempo com cada empregador |
| Hospedagem dada pelo empregador | Sem acordo específico, o desconto máximo pela hospedagem é de 15% do salário calculado pelo mínimo se incluir comida, ou de 5% só pelo quarto. O pagamento precisa ser em dinheiro, e não só em hospedagem |
| Prestação de serviço | Quem trabalha como prestador de serviço (contractor) não tem salário mínimo nem férias pagas e paga a própria contribuição da ACC, o seguro público de acidentes |
Atenção Cobrar pela vaga é ilegal na Nova Zelândia. No caso Labour Inspector v Top Produce LTD, divulgado pela INZ em 20 de outubro de 2026, a Employment Court confirmou que a proibição vale também para pagamento feito no exterior. Vale ainda para o que parente, amigo ou agente paga em nome do trabalhador. A Employment New Zealand também orienta a não entregar o passaporte ao empregador.
Exploração no trabalho se denuncia à Employment New Zealand, pelo formulário online da página sobre exploração de trabalhadores migrantes. Em perigo imediato, o número é o 111; na ligação, é só pedir a polícia.
Dica First Gate Guarde o contrato e os comprovantes de pagamento de cada emprego. O empregador também é obrigado a guardar os registros de horas, salários e férias por 6 anos, mesmo depois que o empregado sai.
O guia de cultura e costumes da Nova Zelândia resume o salário mínimo, a ACC e o que a saúde pública não cobre. Para o inglês da entrevista e do formulário de imposto, há o guia de gírias da Nova Zelândia.
Colheita e trabalho sazonal: quando, onde e como funciona a extensão de 3 meses
Resposta rápida O calendário oficial da Work and Income mostra colheita de kiwi de março a maio, de maçã e pera de fevereiro a maio e de cereja em dezembro. Quem está com o Working Holiday e completa 3 meses de trabalho sazonal em horticultura ou viticultura pode pedir mais 3 meses de visto, uma vez, de dentro da Nova Zelândia.
| Cultura | Trabalho e meses de mais vagas | Regiões citadas no calendário |
|---|---|---|
| Kiwi | Colheita de março a maio; poda de junho a agosto | Western Bay of Plenty, Whakatane, Waikato, Far North e Wairarapa, entre outras |
| Maçã e pera | Colheita de fevereiro a maio; raleio em novembro e dezembro | Gisborne, Central Hawke's Bay, Wairarapa, Nelson, South Canterbury e Central Otago |
| Damasco, pêssego, nectarina e ameixa | Colheita de janeiro a março | Central Hawke's Bay, Central Otago e Queenstown Lakes |
| Cereja | Colheita em dezembro, e também em janeiro em Marlborough e Queenstown Lakes | Marlborough, Central Otago e Queenstown Lakes |
| Uva | Manutenção e poda de maio a agosto. A colheita, em março e abril, não aparece como pico | Auckland, Waiheke Island, Horowhenua, Wairarapa e Hurunui |
| Frutas vermelhas (berries) | Colheita de dezembro a março | Far North, Whangarei, Helensville, Mangere, Omaha, Waiuku e Whanganui |
| Abacate | Colheita de julho a março | Far North e Whangarei |
| Lúpulo | Colheita em março e abril | Tasman |
O calendário da Work and Income marca em negrito os meses com mais trabalho, e é esse o critério da tabela. Ele não lista uva em Marlborough nem em Hawke's Bay, e esta página não completa a lacuna com dado de fora da fonte oficial.
Fora do campo, a página sobre trabalho sazonal da Work and Income cita vagas nas estações de esqui, de junho a setembro, e no turismo, de novembro a fevereiro. Para procurar vaga, a Work and Income indica a Pick NZ, iniciativa da indústria liderada pela Horticulture New Zealand, e, na página sobre onde procurar, lista sites como Seek, Trade Me Jobs, Indeed, JOBSPACE e ZEIL. Algumas vagas pagam por hora e outras por produção, por caixa (bin) colhida, e o mínimo por hora vale nos dois casos (seção 7). O programa de apoio da própria Work and Income para o trabalho sazonal, o New Zealand Seasonal Work Scheme, tem regra de residência que o Working Holiday, sozinho, não cumpre.
No imposto, a colheita tem código próprio. Segundo a Inland Revenue, a Receita da Nova Zelândia, o CAE é o código do trabalho agrícola casual, feito por dia, por até 3 meses e sem outra renda no período. O desconto é fixo, de 19,25%, já com a contribuição da ACC (guia IR335). O código NSW é do programa RSE, de trabalhadores sazonais recrutados por empregadores registrados, e não serve para quem tem Working Holiday (formulário IR330).
A extensão de 3 meses (Working Holiday Extension Work Visa)
Pela regra da INZ, quem está na Nova Zelândia com o Working Holiday válido e fez pelo menos 3 meses de trabalho sazonal em horticultura ou viticultura pode pedir mais 3 meses de visto. O pedido é feito uma única vez, de dentro do país. Conta plantar, cuidar da plantação, colher ou embalar, com um ou mais empregadores e não necessariamente em sequência (WH2 e WH2.1). Trabalho em viveiro de plantas e em processamento de alimentos não conta, diz a página da extensão.
O pedido custa a partir de NZ$ 800 e é feito no formulário de papel INZ 1153, enviado pelo correio. O visto novo vale 3 meses a partir do fim do Working Holiday, com as mesmas condições, e o limite de 6 meses de estudo conta também o tempo do visto original. Como exemplos de prova do trabalho sazonal, a INZ cita cartas do empregador, holerites e registros da Inland Revenue. A First Gate não orienta esse pedido (seção 11).
Imposto, saúde, seguro e carteira de motorista: o que muda na prática?
Resposta rápida Quem trabalha precisa do IRD number, gratuito, ou tem 45% descontados na fonte. Pela regra da Health New Zealand, visto de trabalho que permite ficar 2 anos ou mais no país, contando o tempo legal logo antes dele, dá acesso ao sistema público de saúde. A ACC cobre acidentes; o visto exige seguro médico completo. A CNH vale 12 meses para chegadas a partir de 1º de novembro de 2026.
Imposto: IRD number, IR330 e residência fiscal
Todo mundo que trabalha na Nova Zelândia paga imposto e precisa do IRD number, o número de contribuinte da Inland Revenue, lembra a página do visto. A INZ avisa que, antes de começar a trabalhar, é preciso ter também conta em banco na Nova Zelândia. Pedir o IRD number não custa nada, e quem começa a receber sem ele tem 45% descontados na fonte. Na opção new arrival, para quem acabou de chegar, o prazo para pedir o número é a data final de chegada que consta no visto. A Inland Revenue informa que, se o pedido for aprovado, o número chega em 2 dias, por mensagem ou email.
Para cada fonte de renda, o trabalhador preenche um formulário IR330, a declaração do código de imposto, e o entrega ao empregador. Sem ele, o desconto é de 45% mais a contribuição da ACC, que hoje é de NZ$ 1,75 para cada NZ$ 100, segundo a Inland Revenue. O código certo sai da ferramenta da Inland Revenue, e na colheita casual é o CAE (seção 8). O KiwiSaver, a previdência voluntária, não aceita quem tem visto temporário, e a Inland Revenue pede que o empregador seja avisado disso.
Na Nova Zelândia, o ano fiscal vai de 1º de abril a 31 de março, informa a Inland Revenue. Quem teve só salário com imposto retido recebe o cálculo anual automático do imposto. Pela regra dos 183 dias, ficar mais que isso no país em qualquer período de 12 meses torna a pessoa residente fiscal desde o primeiro desses dias. Há uma exceção para visitantes, mas ela exige, entre outras coisas, não trabalhar para empregador da Nova Zelândia. Quem vira residente fiscal no meio do ano fiscal entrega a declaração IR3.
Saúde pública, ACC e seguro
A Health New Zealand inclui no sistema público quem tem visto de trabalho que permite ficar 2 anos ou mais. Também entra quem chega a 2 anos somando o visto ao tempo em que já estava legalmente no país antes dele. O Brazil Working Holiday Visa dura até 12 meses, mais 3 com a extensão. A Health New Zealand avisa que as regras de quem tem direito mudam em 1º de dezembro de 2026. O regulamento novo de elegibilidade, porém, repete essa regra do visto de trabalho (cláusula 8). As mudanças que ele lista tratam de outros grupos e de serviços específicos, como as vacinas contra sarampo e poliomielite.
Quem não tem direito pode usar o sistema público, mas normalmente paga, segundo a INZ. Atendimento de emergência não pode ser negado a quem não pode pagar, mas quem não é residente pode ser cobrado por alguns serviços. A ligação para o 111 é gratuita, a ambulância pode ser cobrada e dentista fica fora do sistema público. A Healthline, a linha de orientação de saúde, atende pelo 0800 611 116.
A ACC, o seguro público de acidentes, cobre acidente de qualquer pessoa no país, inclusive visitante. Ela paga parte do tratamento e, se o atendimento for na emergência, paga direto ao hospital. Não cobre doença, viagem interrompida, volta de emergência para casa nem tratamento depois da volta. Quem é empregado e se acidenta pode ter direito à compensação semanal a partir do 8º dia, de até 80% da renda. Se o acidente foi no trabalho, o empregador paga 80% na primeira semana, diz a Employment New Zealand.
O que a ACC deixa de fora fica com o seguro, e o visto exige seguro médico completo por toda a estadia, com internação. A INZ pode pedir a apólice ou a carta da seguradora na chegada. A Health New Zealand recomenda seguro viagem completo, com cobertura de saúde, a quem não tem direito ao sistema público. A First Gate cota seguro saúde e seguro viagem para a estadia. Se a apólice atende à exigência do visto, quem confere é a própria pessoa, com a seguradora e com a regra da INZ em mãos.
Carteira de motorista
Segundo a NZ Transport Agency, quem chegou pela última vez antes de 1º de novembro de 2026 dirige carro com a carteira estrangeira por 18 meses, e quem chega a partir dessa data, por 12 meses. Carteira que não está em inglês precisa de tradução para o inglês feita por tradutor aprovado ou da Permissão Internacional para Dirigir, que pode estar válida ou vencida há até 6 meses, sempre acompanhada da CNH válida. Sair do país e voltar reinicia o prazo. Quando ele acaba, o caminho é converter a carteira ou parar de dirigir.
O que os sites em português ainda erram sobre o Working Holiday da Nova Zelândia
Resposta rápida Os erros mais repetidos são o limite de 3 meses de estudo, datas e taxas de anos anteriores e o prazo de 30 dias. Também aparecem a extensão negada ou confundida com um segundo ano e a ideia de que as vagas acabam em minutos. Nenhuma página em português conferida em 29 de outubro de 2026 dizia que a rodada de 2026 tinha fechado.
Lemos as páginas em português que aparecem nas primeiras buscas sobre o Working Holiday da Nova Zelândia. A maioria repete regras de anos anteriores e trata como fato o que nenhuma fonte oficial diz. Estes são os erros mais comuns, com o que a regra diz hoje.
| O que circula | O que a regra diz |
|---|---|
| O estudo vai até 3 meses | Até 6 meses no total, regra da INZ desde novembro de 2014 (versão de 17 de novembro de 2014 do manual). O acordo assinado em 2008 e promulgado pelo Decreto 7.252/2010 ainda fala em 3 meses; a INZ aplica a regra do WI2.1.1 |
| A rodada de 2026 abre em 10 de outubro, em setembro ou em agosto | A rodada de 2026 estava marcada para 8 de outubro (notícia de 15 de janeiro de 2026), e a de 2027 ainda não tem data |
| A taxa é NZ$ 165, NZ$ 208 ou NZ$ 280 | A partir de NZ$ 770, com valores em vigor desde 1º de outubro de 2024 (guia de taxas INZ 1028) |
| O visto sai em 30 dias | A INZ informa que decide 80% dos pedidos em até 2 semanas (página do visto) |
| Não existe extensão, ou dá para fazer um segundo ano | Existe só a extensão de 3 meses por trabalho sazonal, uma vez, e não há segundo Working Holiday para brasileiros (Working Holiday Extension Work Visa) |
| As vagas acabam em minutos | Nenhuma fonte oficial informa em quanto tempo as vagas acabam. A notícia anual da INZ diz só que o programa fica aberto até as vagas acabarem |
| Precisa ter a passagem de volta comprada | Vale a passagem de saída ou documentos que mostrem dinheiro para essa compra, além dos NZ$ 4.200 (página do visto) |
| Quem já fez Working Holiday em outro país não pode pedir | A regra só barra quem já recebeu o Working Holiday da Nova Zelândia, mesmo sem ter usado (página do visto) |
| Com visto de estudante, dá para trabalhar 20 horas por semana | Até 25 horas por semana na regra em vigor desde 3 de novembro de 2025, se o curso cumprir as condições (U13.15) |
| Raio X e exame médico são sempre exigidos | Depende do caso, e as respostas do formulário ajudam a INZ a decidir. Para quem pede de fora, a regra exige raio X de quem passou mais de 3 meses, nos últimos 5 anos, em país sem baixa incidência de tuberculose. O Brasil não está na lista de baixa incidência da INZ. Em visto de 6 meses ou mais, a lista da INZ também exige raio X de quem é cidadão de país fora dela e viveu ou passou tempo nesse país. Pela regra do Working Holiday, o exame médico geral é exigido de quem vai ficar mais de 12 meses, e a INZ pode pedir exames também em outros casos (exigências médicas da INZ e página do visto) |
| A certidão da Polícia Federal vai junto com o pedido | No envio, a INZ pede os dados do passaporte. A certidão de antecedentes só é exigida se a INZ pedir depois (página do visto) |
O que a First Gate faz e o que não faz no Working Holiday
Resposta rápida A First Gate publica a regra do Working Holiday, faz a matrícula no curso de inglês e cota seguro e passagem. Ela não diz se alguém se encaixa nessa regra, não preenche e não envia o pedido do Working Holiday. Sem licença, uma agência de fora do país só pode orientar sobre o visto de estudante.
Na Nova Zelândia, orientar alguém sobre visto exige licença da Immigration Advisers Authority (IAA) ou uma das isenções do Immigration Advisers Licensing Act 2007, e a lei vale também para quem está fora do país. A isenção que alcança uma agência de intercâmbio no exterior cobre só um visto, o de estudante, e só quando a orientação é dada de fora da Nova Zelândia, como explica a IAA. O Working Holiday é um visto de trabalho e fica de fora. Pela mesma lei, repassar informação pública, como esta página faz, e indicar a lista de consultores licenciados não contam como orientação, resume a página da INZ sobre quem pode orientar.
O que a First Gate faz
- Publica a regra do Working Holiday, como nesta página, sempre com o link da Immigration New Zealand e a data de leitura.
- Orienta sobre o visto de estudante e acompanha o pedido, com a equipe no Brasil e na Austrália, quando estudar é o plano principal ou a saída para quem ficou sem vaga.
- Faz a matrícula no curso de inglês e informa a duração exata. Se o curso cabe nas condições do visto, quem confere é a própria pessoa, no eVisa.
- Cota seguro e passagem para a viagem.
- Indica o registro público de consultores licenciados da IAA a quem quer ajuda com o pedido do Working Holiday.
O que a First Gate não faz
- Não diz se alguém se encaixa no Working Holiday nem se esse visto é melhor que outro num caso específico.
- Não preenche, não revisa e não envia o pedido do Working Holiday, e não fala com a INZ em nome de ninguém sobre esse visto.
- Não dá orientação sobre o pedido do Working Holiday, paga ou gratuita, nem sobre a extensão, o visto de visitante, os vistos de parceiro ou de filhos e os vistos de trabalho ou de residência.
- Não promete vaga, data nem aprovação. Quem decide é a Immigration New Zealand.
O pedido do Working Holiday é feito online e em inglês, no site da Immigration New Zealand, e a própria INZ informa que dá para fazer o pedido sozinho. Quem quiser ajuda com ele pode procurar um consultor licenciado no registro da IAA ou um advogado com registro na Nova Zelândia. Antes de pagar um consultor por orientação sobre esse visto, o caminho é procurar o nome dele no registro da IAA. Advogado não aparece nesse registro, porque a lei dispensa o advogado da licença e não deixa que ele tenha uma.
Perguntas frequentes sobre o Working Holiday na Nova Zelândia
Quando abre o Working Holiday da Nova Zelândia para brasileiros em 2027?
Até 29 de outubro de 2026, a Immigration New Zealand não tinha publicado a data de 2027. Nos últimos quatro anos, as datas saíram numa notícia anual entre 15 de janeiro e 3 de fevereiro, e a rodada do Brasil foi marcada para algum dia entre 8 e 10 de outubro, às 10h no horário da Nova Zelândia. É um padrão, não uma promessa: a data que vale é a que aparecer na página do Brazil Working Holiday Visa.
As vagas do Working Holiday de 2026 já acabaram?
Em 29 de outubro de 2026, a página oficial dizia que o Brazil Working Holiday Visa estava fechado para 2026 e que era possível pedir no ano seguinte. A rodada estava marcada para 8 de outubro, com 300 vagas, e a Immigration New Zealand não informa o dia em que ela fechou. Nenhuma fonte oficial diz que as vagas acabam em minutos.
Quanto custa o Working Holiday da Nova Zelândia?
O pedido custa a partir de NZ$ 770, pagos online com cartão: NZ$ 215 de taxa, NZ$ 455 de Immigration Levy e NZ$ 100 de IVL, a taxa de conservação e turismo. Se o pedido for recusado, nada é devolvido. A regra pede ainda pelo menos NZ$ 4.200 para se manter durante a estadia e, além desse valor, a passagem de saída ou o dinheiro para essa compra.
Quais são os requisitos do Working Holiday da Nova Zelândia para brasileiros?
Pela regra da Immigration New Zealand, é preciso ser cidadão brasileiro de 18 a 30 anos, com passaporte brasileiro físico e válido por pelo menos 3 meses depois do fim do visto. Também é preciso nunca ter recebido um Working Holiday da Nova Zelândia, ir principalmente para passar férias, não levar filhos e atender às exigências de saúde e de antecedentes. A regra pede ainda seguro médico completo, com internação, NZ$ 4.200 para se manter e a passagem de saída ou o dinheiro para essa compra. Oferta de emprego e teste de inglês não são exigidos.
Com 30 anos ainda dá para pedir o Working Holiday?
Pela regra, sim, desde que a pessoa ainda tenha 30 anos no dia em que enviar o pedido. O acordo entre Brasil e Nova Zelândia, promulgado pelo Decreto 7.252/2010, fixa a idade entre 18 e 30 anos, inclusive, no momento do pedido, e o pedido só pode ser feito com a rodada aberta. Como a de 2026 fechou e a de 2027 ainda não tem data, quem fizer 31 anos antes de conseguir enviar o pedido fica de fora. O pedido online conta pela data da Nova Zelândia, que vira o dia horas antes de Brasília. Nenhuma fonte oficial trata de quem faz 31 anos durante a análise nem diz em que fuso a idade é contada no dia do aniversário.
Dá para estudar com o Working Holiday na Nova Zelândia?
Sim. A regra da Immigration New Zealand permite estudar ou fazer cursos por até 6 meses no total durante a estadia, sem visto de estudante, e cita curso de inglês, Study Abroad e curso curto de treinamento como exemplos. O limite de 3 meses que ainda aparece em sites e no acordo entre Brasil e Nova Zelândia, assinado em 2008, ficou para trás: a regra da INZ passou para 6 meses em novembro de 2014.
Um brasileiro pode trabalhar na Nova Zelândia com o Working Holiday?
Sim, em trabalho temporário e para um empregador, com contrato de trabalho ou de prestação de serviço. O limite é de 3 meses com o mesmo empregador, e o acordo entre Brasil e Nova Zelândia fala nesse limite durante a permanência no país. Desde 20 de abril de 2026, quem tem Working Holiday não pode administrar negócio próprio, e emprego permanente exige outro visto.
Dá para ficar mais de 12 meses com o Working Holiday?
Só por mais 3 meses, uma única vez. Quem fez pelo menos 3 meses de trabalho sazonal em horticultura ou viticultura (plantar, cuidar da plantação, colher ou embalar) pode pedir, de dentro da Nova Zelândia, o Working Holiday Extension Work Visa, a partir de NZ$ 800. Viveiro de plantas e processamento de alimentos não contam. Não existe segundo Working Holiday para brasileiros.
Dá para ir em casal ou levar filhos no Working Holiday?
Filhos não podem acompanhar quem vai de Working Holiday. Parceiro ou parceira precisa pedir o próprio visto, e o Working Holiday não serve de base para os vistos de família da Immigration New Zealand.
Precisa de raio X ou de certidão de antecedentes no Working Holiday?
Depende. As respostas sobre saúde e antecedentes no formulário ajudam a Immigration New Zealand (INZ) a decidir o que pedir. Para quem pede de fora da Nova Zelândia, a regra da INZ exige raio X de tórax de quem passou mais de 3 meses, nos últimos 5 anos, em país sem baixa incidência de tuberculose. O Brasil não está na lista de baixa incidência da INZ. Em visto de 6 meses ou mais, a lista também exige raio X de quem é cidadão de país fora dela e viveu ou passou tempo nesse país. Pela regra do Working Holiday, o exame médico geral é exigido de quem planeja ficar mais de 12 meses no país e, na maioria dos casos, de quem pede de dentro da Nova Zelândia. A certidão de antecedentes só é exigida se a INZ pedir, e exames e certidão podem ser pedidos mesmo depois do envio.
Perdi a rodada de 2026. Dá para ir agora com visto de estudante?
O visto de estudante pode ser pedido em qualquer época, sem rodada. Para curso de inglês, o visto é o English Language Student Visa, que custa a partir de NZ$ 850 e tem 80% dos pedidos decididos em até 7 semanas. Ele exige o curso pago e, em curso de menos de 36 semanas, NZ$ 1.667 por mês de estudo para se manter. O corte de 36 semanas está na instrução U3.20 do Operational Manual; a página do visto fala em curso de menos de 1 ano. A Immigration New Zealand também exige intenção genuína de estudar e avalia isso no pedido. Ela recomenda fazer o pedido pelo menos 3 meses antes da viagem. O trabalho de até 25 horas por semana depende de o curso cumprir as condições da INZ.
A First Gate faz o pedido do Working Holiday?
Não. A lei da Nova Zelândia só permite que uma agência de fora do país, sem licença, oriente sobre o visto de estudante. O pedido do Working Holiday é feito online e em inglês, no site da Immigration New Zealand, pela própria pessoa ou com a ajuda de um consultor licenciado pela Immigration Advisers Authority ou de um advogado com registro na Nova Zelândia. A First Gate faz a matrícula no curso de inglês e, para quem vai como estudante, orienta sobre o visto de estudante e acompanha o pedido desse visto. Para seguro e passagem, ela só faz a cotação, e quem confere se a apólice atende à exigência do Working Holiday é a própria pessoa, com a seguradora.
O próximo passo do plano na Nova Zelândia
O visto é uma parte do plano. A ordem que evita retrabalho é esta:
- Escolha o caminho. Esperar a rodada de 2027 (seção 1) ou estudar agora com visto de estudante (seção 6).
- Faça as contas. O guia de custo de vida na Nova Zelândia mostra quanto custa o mês. O dinheiro que a regra pede muda com o visto: NZ$ 4.200 para a estadia inteira no Working Holiday e, no visto de estudante, os valores da seção 6.
- Resolva o seguro. A regra muda com o visto. No Working Holiday, a INZ pede seguro médico completo, com internação, por toda a estadia. No visto de estudante, vale o seguro de viagem e saúde da seção 6. A First Gate cota seguro saúde e seguro viagem, e quem confere se a apólice cumpre a regra do Working Holiday é a própria pessoa, com a seguradora.
- Planeje a passagem. A INZ aceita a passagem de saída já comprada ou o dinheiro para essa compra; a First Gate cota a passagem aérea para a Nova Zelândia.
- Chegue sabendo a regra do trabalho. A seção 7 traz os direitos de quem trabalha. O guia de cultura e costumes da Nova Zelândia resume o salário mínimo e a ACC, e o de gírias da entrevista ajuda no inglês do primeiro emprego.
- Veja o país inteiro. O guia completo da Nova Zelândia mostra cidades, cursos e custos.
Para quem vai esperar a rodada de 2027, um dado ajuda a não perder a data. Nos últimos quatro anos, a Immigration New Zealand publicou as datas entre janeiro e fevereiro. A hora da abertura apareceu na caixa de status da página do Brazil Working Holiday Visa meses antes da rodada.
Vai estudar inglês na Nova Zelândia?
Para quem vai de Working Holiday ou quer ir agora, com visto de estudante, a First Gate faz a matrícula no curso de inglês e a cotação de seguro e passagem. Quem vai com visto de estudante também recebe orientação sobre esse visto e acompanhamento do pedido. A First Gate realiza intercâmbios desde 2013, ajudando estudantes brasileiros a transformar planos internacionais em experiências reais.
Falar sobre curso ou visto de estudante →Fontes e última verificação · 104 fontes
As regras, taxas, prazos e números desta página foram conferidos nas fontes oficiais abaixo em 29 e 30 de outubro de 2026.
As horas marcadas para a abertura das rodadas de 2023 a 2026 vêm das cópias da página oficial guardadas pelo Internet Archive.
Mudam com frequência a situação da rodada, as taxas, os prazos de análise, o salário mínimo e as regras do visto de estudante.
Antes de qualquer decisão, a referência é sempre o site da Immigration New Zealand.
Rodada, datas e situação do visto
- Immigration New Zealand, Brazil Working Holiday Visa (situação da rodada e regras)
- Immigration New Zealand, datas de 2026 dos programas com cota (notícia de 15 de janeiro de 2026)
- Immigration New Zealand, datas de 2023 (notícia de 3 de fevereiro de 2023)
- Immigration New Zealand, datas de 2024 (notícia de 25 de janeiro de 2024)
- Immigration New Zealand, datas de 2025 (notícia de 23 de janeiro de 2025)
- Internet Archive, cópia de 5 de outubro de 2026 da página do Brazil Working Holiday Visa (hora marcada para a abertura de 2026)
- Internet Archive, cópia de 22 de fevereiro de 2023 da página antiga do Brazil Working Holiday Visa (hora marcada para a abertura de 2023)
- Internet Archive, cópia de 14 de maio de 2024 da página antiga do Brazil Working Holiday Visa (hora marcada para a abertura de 2024)
- Internet Archive, cópia de 14 de janeiro de 2025 da página antiga do Brazil Working Holiday Visa (hora e data da abertura de 2025, antes da notícia)
- Immigration New Zealand, News centre, notícias sobre working holiday
- Senado Federal, Decreto nº 7.252/2010, que promulga o acordo de férias e trabalho entre Brasil e Nova Zelândia
- Operational Manual, WI1 General rules (em vigor desde 20 de outubro de 2026)
- Amendment Circular 2026/31, de 20 de outubro de 2026
- MFAT, página da Embaixada da Nova Zelândia no Brasil sobre o Working Holiday
Regras do Brazil Working Holiday Visa
- Operational Manual, WI2.15 Brazil Working Holiday Scheme
- Immigration New Zealand, quem pode pedir um working holiday visa
- Operational Manual, E4.25 (data em que o pedido online é registrado)
- Operational Manual, WI2.1 (regras comuns dos working holiday schemes)
- Immigration New Zealand, exigência de inglês em alguns working holiday visas
- Immigration New Zealand, condições de trabalho dos open work visas desde 20 de abril de 2026
- Operational Manual, U2.5 (estudo que não exige visto de estudante)
- Operational Manual, V3.10 (visto de visitante de parceiro e filhos)
- Operational Manual, WF3.1 (visto de trabalho de parceiro)
- Operational Manual, U8.20 (visto de estudante de filhos)
- Immigration New Zealand, o que é preciso antes de começar a trabalhar
- Operational Manual, versão de 17 de novembro de 2014 do WI2.1 (o estudo passa a 6 meses)
Taxas, pagamento e prazos
- Immigration New Zealand, ferramenta de taxas, prazos e formas de pagamento
- Immigration (Visa, Entry Permission, and Related Matters) Regulations 2010 (taxas, IVL, pagamento e isenção de visto de visitante)
- Guia de taxas INZ 1028, maio de 2026
- Immigration New Zealand, quando há devolução de taxa
- Operational Manual, W2.15.1 (provas de dinheiro)
- Operational Manual, E3.15 (dinheiro e meio de saída durante toda a estadia)
Saúde, antecedentes e chegada
- Immigration New Zealand, exigências médicas do Working Holiday Visa
- Immigration New Zealand, países com baixa incidência de tuberculose
- Operational Manual, A4.25 (raio X, exame médico e lista A4.25.10)
- Operational Manual, A5.5 (certidões de antecedentes)
Visto de estudante
- Immigration New Zealand, English Language Student Visa
- Immigration New Zealand, Fee Paying Student Visa
- Immigration New Zealand, mudanças no visto de estudante (notícia de 27 de outubro de 2026)
- Operational Manual, U3.10 (curso pago antes do visto)
- Operational Manual, U3.20 (dinheiro para se manter)
- Operational Manual, U3.25 (passagem de saída do estudante)
- Operational Manual, U3.45 (seguro do estudante)
- Operational Manual, U13.15 (trabalho do estudante; 25 horas desde 3 de novembro de 2025, texto refeito pela Amendment Circular 2026/32, em vigor desde 27 de outubro de 2026)
- Operational Manual, U13.1 (estudante não trabalha como autônomo)
- Operational Manual, WF4.1 (visto de trabalho do parceiro do estudante)
- Operational Manual, U7.5 (sem limite de cursos)
- Immigration New Zealand, família de quem tem visto de estudante
- Amendment Circular 2026/32, de 27 de outubro de 2026 (inglês na análise do visto de estudante)
- Immigration New Zealand, trabalhar com visto de estudante
Salário e direitos de quem trabalha
- Employment New Zealand, salário mínimo (em vigor desde 1º de abril de 2026)
- Minimum Wage Order 2026
- Employment New Zealand, contrato de trabalho por escrito
- Employment New Zealand, cópia do contrato em até 7 dias úteis
- Employment New Zealand, teste antes da contratação
- Employment New Zealand, período de experiência de até 90 dias
- Employment New Zealand, pausas de descanso e de refeição
- Employment New Zealand, férias de 8% pagas junto com o salário
- Employment New Zealand, acerto final
- Employment New Zealand, contrato permanente ou de prazo fixo
- Employment New Zealand, direitos no feriado
- Employment New Zealand, licença médica e primeira semana depois de acidente
- Employment New Zealand, descontos no salário e cobrança pela vaga
- Employment New Zealand, empregado ou prestador de serviço
- Immigration New Zealand, decisão da Employment Court sobre pagamento no exterior por vaga (notícia de 20 de outubro de 2026)
- Employment New Zealand, exploração de trabalhadores migrantes
- Employment New Zealand, registros de horas e de pagamento
Trabalho sazonal e extensão
- Work and Income, calendário de trabalho sazonal (atualizado em 9 de julho de 2026)
- Work and Income, como encontrar trabalho sazonal
- Pick NZ, iniciativa da indústria liderada pela Horticulture New Zealand
- Work and Income, onde procurar vagas
- Work and Income, New Zealand Seasonal Work Scheme
- Inland Revenue, qual código de imposto usar (código CAE)
- Inland Revenue, guia do empregador IR335, setembro de 2026
- Operational Manual, WH2 (o que conta como trabalho sazonal)
- Operational Manual, WH2.1 (requisitos da extensão)
- Immigration New Zealand, Working Holiday Extension Work Visa
Imposto, saúde pública, ACC e carteira de motorista
- Inland Revenue, formulário IR330, agosto de 2026
- Inland Revenue, quando é preciso ter IRD number
- Inland Revenue, IRD number para quem acabou de chegar
- Inland Revenue, códigos de imposto e contribuição da ACC
- Inland Revenue, quem chega à Nova Zelândia (KiwiSaver)
- Inland Revenue, quem vai trabalhar ou estudar na Nova Zelândia
- Inland Revenue, cálculo anual do imposto (income tax assessment)
- Inland Revenue, residência fiscal e regra dos 183 dias
- Inland Revenue, imposto de não residentes e declaração IR3
- Health New Zealand, quem tem direito ao sistema público de saúde
- Healthy Futures (Pae Ora) (Eligibility) Regulations 2026, em vigor a partir de 1º de dezembro de 2026
- Immigration New Zealand, saúde e médico na Nova Zelândia
- ACC, visitante que se acidenta na Nova Zelândia
- ACC, o tratamento que a ACC paga
- ACC, compensação semanal
- ACC, cálculo da compensação semanal de empregados
- NZ Transport Agency, prazo para dirigir com carteira estrangeira
- NZ Transport Agency, dirigir nas estradas da Nova Zelândia (tradutor aprovado)
Lei de orientação de imigração
- Immigration New Zealand, orientação de imigração e pedido feito pela própria pessoa
- Immigration Advisers Licensing Act 2007 (versão de 27 de novembro de 2025)
- Immigration Advisers Authority, quem pode orientar sobre imigração
- Immigration New Zealand, quem pode dar orientação de imigração
- Immigration Advisers Authority, busca no registro público de consultores licenciados
Hora e fuso
